Enquanto vagueava pela casa á procura de algo que me contasse mais sobre si senti-me agradavelmente acolhido pela decoração da casa, um contraste entre o frio do ferro e o calor da madeira. Rapidamente os meus olhos se habituaram aquele lugar com pouca luz. Por momentos receei que houvesse mais um homem na casa, mas até seria engraçado ficar a vê-los a consumirem-se.
Ao caminhar por entre as divisões da casa o som ficava cada vez mais alto. As duas últimas eram o quarto e a casa de banho de onde provinha a melodia. Os meus passos estavam agora mais leves. Não queria que soubesse que estava ali. A porta do quarto estava meia aberta. Não sabia o iria lá encontrar. O meu coração batia com tamanha força que todo o meu corpo latejava a cada batida. Empurrei a porta para ver o que acontecia. Já que tinha ali chegado agora era tarde para voltar para trás. Entrei. A luz no quarto era igual á do resto da casa. Tinha pouco mobília. Havia bastante espaço livre. As pareces estavam nuas. Havia roupa espalhada pelo chão. Um espelho e uma cómoda velha. Uma cama chinesa coberta por uma manta creme com uma borboleta bordada. A cama era ladeada por duas mesas de bambu rasteiras. Numa ardia uma enorme vela que iluminava o quarto e na outra um livro. Não havia ali muito para vasculhar. Peguei no livro para saber o que lia. Era um menú do sexo! Existiam folhas brancas escritas á mão a marcar páginas. Sentei-me na cama e ousei-me a ler aquelas palavras. Queria descobrir o que imaginava. Eram histórias eróticas do género de diário erótico em que todas as fantasias vividas e desejadas estavam postas a nú. A sua escrita seduziu-me. Não conseguia parar de ler. Comecei a sentir calor. Despi a camisola e aconcheguei-me na sua almofada. Podia agora lê-la e sentir o seu perfume impregnado na fronha.
Já não sentia só calor. Estava excitado com aquelas histórias. Pareciam tão reais. Debaixo das calças o meu amigo já dava sinais de si. Aquelas palavras entravam em mim e percorriam-me o corpo todo. Dei por mim a acariciar-me por cima das calças. Palavra após palavra, página após página, perdi a noção de onde estava. Por momentos senti-me observado. Quando tirei os olhos daquelas folhas soltas estava diante de mim um corpo nú. Tinha sido apanhado. Não reagi. Como se não se importasse continuou a secar o corpo. Já não sabia para onde olhar. A luz da vela apenas realçava a silhueta do seu corpo sem escondia os pormenores. Em pequenos passos sedutores avançou para mim. Não tínhamos proferido ainda uma palavra. Agarrou-me nos pés e puxou-me. Queria que me deitasse e me sentisse confortável. Já tinha reparado no alto por baixo das minhas calças. Lentamente foi-me desabotoando os botões e despiu-me. Começou por me lamber o peito do pé delicadamente e foi beijando todos os centímetros de pele que tinha posto a descoberto. Eu já estava mais que pronto.
A cada beijo e toque seu a minha mente foi ficando vazia. Foi subindo até que o pôs na boca. Delicadamente o foi introduzindo. Entendi que me queria ajudar a acabar o que eu tinha começado sozinho. Era bom demais. Enquanto me fazia aquele oral o seu corpo deslizava no ar. Já estava ofegante e vim-me na sua boca. A sua língua agora massajava cada centímetro do meu pénis. Olhou-me nos olhos e sorriu. Adora era a sua vez de ter prazer. Num ápice sentou-se na minha cara. Aquela vagina rapada estava húmida e o seu clitóris teso. A cada movimento que fazia com a língua mais força ela fazia de encontro a mim. Sem gemidos, como se não quisesse partilhar o seu prazer comigo, senti o contrair de pernas quando atingiu o orgasmo.
Lentamente rastejou para trás em cima do meu corpo. Ia á procura de mais. Virou-se de costas para mim e enfiou-o dentro de si. Pareci que não lhe interessava de quem era aquele corpo. Apenas queria prazer.
Enquanto subia e descia em cima do meu amigo fui-lhe acariciando as costas. Podia sentir o pulsar do seu coração nas paredes da vagina. Cada vez mais sentia-me dentro dela. Os seus movimentos agora eram mais rápidos. Estava em busca do seu prazer. Queria vir-se e não se importar com o resto. De repente deixou-se cair para trás. Senti o seu cabelos no meu peito. As minhas mãos agora conseguiam envolver-lhe todo o corpo. Pus-lhe os dedos na boca para sentir novamente a sua língua. Depois de humedecidos fui directamente ao seu clitóris. Com uma mãos acelerava o seu orgasmo e com a outra navegava no seu peito. Aquelas mamas eram perfeitas. Pareciam moldadas por mim pois enchiam por completo a palma da minha mão.
Sentia-a agora mais contraída, sufocava-me dentro de si. Estava louco de prazer. Já a agarrava com mais força. Queria dominá-la. Entre uma e outra dentada de prazer começaram-se a ouvir murmúrios. Tinha que me controlar. Não podia acabar já...
Ao caminhar por entre as divisões da casa o som ficava cada vez mais alto. As duas últimas eram o quarto e a casa de banho de onde provinha a melodia. Os meus passos estavam agora mais leves. Não queria que soubesse que estava ali. A porta do quarto estava meia aberta. Não sabia o iria lá encontrar. O meu coração batia com tamanha força que todo o meu corpo latejava a cada batida. Empurrei a porta para ver o que acontecia. Já que tinha ali chegado agora era tarde para voltar para trás. Entrei. A luz no quarto era igual á do resto da casa. Tinha pouco mobília. Havia bastante espaço livre. As pareces estavam nuas. Havia roupa espalhada pelo chão. Um espelho e uma cómoda velha. Uma cama chinesa coberta por uma manta creme com uma borboleta bordada. A cama era ladeada por duas mesas de bambu rasteiras. Numa ardia uma enorme vela que iluminava o quarto e na outra um livro. Não havia ali muito para vasculhar. Peguei no livro para saber o que lia. Era um menú do sexo! Existiam folhas brancas escritas á mão a marcar páginas. Sentei-me na cama e ousei-me a ler aquelas palavras. Queria descobrir o que imaginava. Eram histórias eróticas do género de diário erótico em que todas as fantasias vividas e desejadas estavam postas a nú. A sua escrita seduziu-me. Não conseguia parar de ler. Comecei a sentir calor. Despi a camisola e aconcheguei-me na sua almofada. Podia agora lê-la e sentir o seu perfume impregnado na fronha.
Já não sentia só calor. Estava excitado com aquelas histórias. Pareciam tão reais. Debaixo das calças o meu amigo já dava sinais de si. Aquelas palavras entravam em mim e percorriam-me o corpo todo. Dei por mim a acariciar-me por cima das calças. Palavra após palavra, página após página, perdi a noção de onde estava. Por momentos senti-me observado. Quando tirei os olhos daquelas folhas soltas estava diante de mim um corpo nú. Tinha sido apanhado. Não reagi. Como se não se importasse continuou a secar o corpo. Já não sabia para onde olhar. A luz da vela apenas realçava a silhueta do seu corpo sem escondia os pormenores. Em pequenos passos sedutores avançou para mim. Não tínhamos proferido ainda uma palavra. Agarrou-me nos pés e puxou-me. Queria que me deitasse e me sentisse confortável. Já tinha reparado no alto por baixo das minhas calças. Lentamente foi-me desabotoando os botões e despiu-me. Começou por me lamber o peito do pé delicadamente e foi beijando todos os centímetros de pele que tinha posto a descoberto. Eu já estava mais que pronto.
A cada beijo e toque seu a minha mente foi ficando vazia. Foi subindo até que o pôs na boca. Delicadamente o foi introduzindo. Entendi que me queria ajudar a acabar o que eu tinha começado sozinho. Era bom demais. Enquanto me fazia aquele oral o seu corpo deslizava no ar. Já estava ofegante e vim-me na sua boca. A sua língua agora massajava cada centímetro do meu pénis. Olhou-me nos olhos e sorriu. Adora era a sua vez de ter prazer. Num ápice sentou-se na minha cara. Aquela vagina rapada estava húmida e o seu clitóris teso. A cada movimento que fazia com a língua mais força ela fazia de encontro a mim. Sem gemidos, como se não quisesse partilhar o seu prazer comigo, senti o contrair de pernas quando atingiu o orgasmo.
Lentamente rastejou para trás em cima do meu corpo. Ia á procura de mais. Virou-se de costas para mim e enfiou-o dentro de si. Pareci que não lhe interessava de quem era aquele corpo. Apenas queria prazer.
Enquanto subia e descia em cima do meu amigo fui-lhe acariciando as costas. Podia sentir o pulsar do seu coração nas paredes da vagina. Cada vez mais sentia-me dentro dela. Os seus movimentos agora eram mais rápidos. Estava em busca do seu prazer. Queria vir-se e não se importar com o resto. De repente deixou-se cair para trás. Senti o seu cabelos no meu peito. As minhas mãos agora conseguiam envolver-lhe todo o corpo. Pus-lhe os dedos na boca para sentir novamente a sua língua. Depois de humedecidos fui directamente ao seu clitóris. Com uma mãos acelerava o seu orgasmo e com a outra navegava no seu peito. Aquelas mamas eram perfeitas. Pareciam moldadas por mim pois enchiam por completo a palma da minha mão.
Sentia-a agora mais contraída, sufocava-me dentro de si. Estava louco de prazer. Já a agarrava com mais força. Queria dominá-la. Entre uma e outra dentada de prazer começaram-se a ouvir murmúrios. Tinha que me controlar. Não podia acabar já...
por Calipso

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