terça-feira, setembro 05, 2006

Luis, Nuno e Clara

Todos estavam nervosos com a expectativa, mas ela tinha falado bastante com um e com o outro, e sabiam bem o que queriam.

O Nuno chegou primeiro a casa da Clara, ambos felizes com a expectativa de irem realizar uma fantasia. Ele fazia-o por ela, ela fazia-o por ele.
Claro que também o faziam para se satisfazer a eles próprios, mas a coragem era-lhes dada pelo outro.
A ideia surgira a Clara e ela perguntara ao Nuno como poderiam realizá-la. "Prefiro que seja alguém da tua confiança", respondera ele.
Lembrou-se logo do Luís, claro. Era o único homem heterossexual que ela conhecera, até lá, que manifestara vontade de chupar um caralho e de senti-lo em si.

Foi falar com ele. Quando ele lhe diz que preferia que fosse alguém da confiança dela, verificou que o trio estava constituído.
Continuou a falar com os dois, a transmitir a confiança que sentia no outro — não se conheciam —, até que acordaram na data, hora e local. Seria em casa dela. E era chegado o momento.

Afinal, iam só brincar! Qual era o problema?

Chega, logo a seguir, o Luís.
Ela apresenta-os e fica à espera da reacção. Sorriem um para o outro e olham para ela, dando-lhe um beijo cada um.
Era o selo do consentimento, da cumplicidade.
Dirigem-se à sala. Ela serve-lhes um whiskie, deixa-os sentar-se no sofá, deixando um intervalo onde se vai sentar a seguir, e põe música a tocar.

Dirige-se, depois, para o lugar que deixara no meio, virada para eles e, de joelhos, apoia-se no sofá e pede ao Nuno para lhe dar um pouco de whiskie na boca.
Nesse momento, quando o beija, sente a mão do Luís a insinuar-se por debaixo da saia, a passar-lhe nas pernas e a subir-lhe, devagar, para onde ele sentiria a ausência de cuecas...

Depois de envolver o whiskie na língua, vem dar um beijo ao Luís. Aí sente outra mão a acompanhar a dele a subir pelas pernas, entre elas...
O arrepio manifesta-se, o líquido começa a descer-lhe das entranhas.

Nesse momento retira-lhes os copos das mãos.
Com a mão esquerda, toca no peito do Luís e, com a mão direita, no de Nuno... Os mamilos erectos do peito dele são o sinal visível da sua excitação, o gemido que ela ouve quando lhe toca, confirma-o.
Apetecia-lhe ter duas bocas para poder beijá-los simultaneamente, mas concentra-se nas carícias.
Observa que cada um sente necessidade de abrir mais as pernas, talvez por já estarem a sentir-se apertados... Eles não páram de olhar para ela, embora já semicerrando os olhos, e deixando que ela comande os acontecimentos...

Afasta-se e, insinuadamente, despe a blusa, deixando as mamas à mostra.
Toca-as, aperta os seus mamilos até sentir ligeira dor, e entretanto retira a saia pelos pés, mostrando imediatamente a sua cona depilada, já que estrategicamente não tinha vestido cuecas...

É demais pedir a ambos os homens que não lhe toquem. Ela continuava a insinuar-se, a tocar-se; tinha prazer nisso e sabia que o proporcionava. Nuno levanta-se e beija-lhe os mamilos, Luís acaricia-lhe as nádegas...

"Não querem despir-se e ficar mais à-vontade?"
Entreolham-se consentindo. Clara ajuda-os na difícil tarefa de se desenvencilharem de sapatos, meias, calças, camisas... e, quando finalmente se depara com os dois corpos nús à sua frente, também repara que o nervosismo da expectativa se terá dissipado: de paus feitos é como ambos se apresentam ao seu olhar e à sua boca faminta...
Do pau de Luís sai um líquido que alguém se tem de apressar a ir lamber... e ela fá-lo com gosto, deixando Nuno a observar, a tocar-se e a direccionar o seu caralho duro e latejante para a boca de Clara que, em poucos segundos, tinha dois "lápis" gigantes a contornar os seus lábios, duas "espátulas de médico" a tocar a sua garganta... À vez, claro...
Deliciou-se com tãos bonitos membros.
O de Nuno era ligeiramente mais curvo e grosso que o de Luís, que por sua vez era ligeiramente mais comprido que o primeiro.
Ambos acastanhados, bem desenhados, imaculados. Ambos reagiam às lambidas e chupadas que Clara lhes dava, cuspindo-lhes para estarem sempre lubrificados.
Olhava para cima, para os seus donos, que semicerravam os olhos de cada vez que os engolia quase até à garganta.
Ela já só pensava em todas as outras coisas que lhes queria fazer."Vamos para a banheira".Pegou-lhes no mastro e trouxe-os até à casa-de-banho. Entraram os três na banheira e ela abriu a torneira, enquanto beijava um e recebia carícias do outro, se encostava a um pela frente e sentia o outro encostar-se por detrás.
A situação já parecia descontrolada, ou ela queria que estivesse, para poder entregar-se completamente ao prazer. Para isso precisava de os sentir íntimos, de os fazer sentirem-se completamente à vontade.
Enquanto o beijava, disse "Luís, não queres tocar naquele caralho grosso e doce que espreita aqui atrás de nós?"Não tendo ouvido resposta negativa de Nuno, fez sinal afirmativo para Luís e ele baixou-se para o tocar.
Ensinou-o, ao lado, a lamber a ponta, e depois a, devagarinho, ir inserindo o pénis na boca.
Ainda lhe disse que deveria, à medida que o deixava entrar, simular que está na fase prévia a soprar em alguma coisa, pois assim abre a garganta para o receber mais fundo... Enquanto percebia que ele estava entusiasmado, direccionou o chuveiro para a sua cona transformada em cataratas da satisfação e, latejante, dirigiu-se aos mamilos de Nuno, que apertou entre os lábios enquanto fez questão de os lamber com a língua.
Observava, entretanto, o seu mais recente aluno a fazer uma mamada vigorosa e surpreendentemente bem feita ao outro homem.
Enquanto Luís mamava Nuno, Clara agarra no caralho daquele e bate-lhe uma punheta, sentindo que pouco faltava para o desejo culminar.
Os gemidos tornaram-se de tal forma intensos, que o êxtase chega quase ao mesmo tempo a todos: Nuno despeja para a boca de Luís, Clara entorna depois de se investigar com o chuveiro na mão direita e, com a esquerda - bem treinada - sentia Luís a jorrar.
Ela sentira-se loucamente excitada, despudoradamente mulher, privilegiadamente conhecedora do prazer.
Ainda haveria muito por fazer, era só eles quererem. Mas já tinha realizado uma das suas maiores fantasias: ver um homem heterossexual a fazer um broche a outro, sentindo ambos prazer com isso, pois só assim teriam a exacta percepção do quão bem ela se sente a fazê-lo.
Abraçaram-se os três, os dois homens concentrando beijos em Clara que, naquele momento, se sentia uma enorme sortuda.

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