
Uma noite na linha
A noite passada foi um cocktail de emoções e experiências verdadeiramente deliciosos, senão vejamos: arrancar em direcção à vila de Cascais, para beber um copo e aumentar a libido, para depois culminar num motel bem naughty – com algumas surpresas pelo meio.
A noite já tinha caído e estávamos nós na Casa da Guia, junto à Boca do Inferno num barsinho porreiro (Jammin), com bom ambiente enquanto falávamos de engates…
Segundo a Ninfa, para um homem engatar uma mulher, basta que lhe dê atenção, que a oiça, que lhe elogie o penteado, a roupa, lhe diga como está bonita e como aprecia a sua companhia, de resto apenas tem de parecer interessante… et voilá: não falha (ou quase nunca)!
Perdi a noção do tempo que estivemos à conversa, estava a saber bem, estávamos a flirtar e ao mesmo tempo a namorar. Pelo meio a Ninfa fazia pequenos parêntesis para me confessar que eu estava a ir bem no engate e que já havia uma certa agitação nas suas partes intimas… uiiiii, não foi preciso dizer mais nada, fiz logo o sinalsinho da conta ao empregado e levantei-me muito devagar para não se ver que já estava de pau feito… era o começo da parte sacana…
Fomos para um motel que se chama Requinte. Para quem ainda não conhece este motel não é suposto ser um sítio fino nem nada que se pareça, aquilo é mesmo para a foda! Há espelhos por toda a parte, a cama é redonda e à nossa espera há sempre uma garrafa de champagne para celebrarmos a noite, muita pornografia e musica ambiente.
Não era uma estreia para nós, já lá havíamos estado e foram as saudades que nos levaram lá de volta. Toda aquela descrição no atendimento e cheiro a pecado dá-nos tusa, assim como os gemidos nos quartos do lado, enquanto ele ou ela se vêm, vezes e vezes sem conta.
No que toca às surpresas que falei em cima, a primeira era a volta ao penteado “shaved” no Rockabilly e a segunda era apresentar o meu “primo” polícia à Ninfa…
Mas também eu fui surpreendido, quando a Ninfa saiu da casa de banho em saltos altos, fio dental e meias às riscas até às coxas… que visão… que mulherão que é!!! Lembro-me de a ter elogiado vezes sem conta, enquanto me dirigia para ela, com desejo de a sentir nos meus braços e lábios… roçámo-nos, beijámo-nos e provocámo-nos…
Era chegada a minha vez de me ir preparar para a surpresa da noite…
Vesti-me a rigor e saí para fazer a ronda… à cama.
Cacetete na mão, coldre com arma, algemas na cintura e chapéu de polícia na cabeça, cumpri o que já havia prometido à muito tempo, concretizar a fantasia da farda :)
Pedi pelos seus documentos, como não os tinha, tive de a autuar com a coima máxima: foi ao castigo algemada, levando umas valentes palmadas naquele rabo tesudo enquanto o cacetete lhe percorria o corpo…
A Ninfa adora ir ao castigo… foi vê-la húmida a pedir para levar com o bastão… lol.
Fiz-lhe um strip (algo soft para o que me é costume, confesso), não quis deitar por terra a minha posição autoritária.
Mesmo assim, o strip culminou com o cacetete de fora, pronto a entrar em acção :) … mas era cedo… primeiro queria sentir aquele suminho que sai de dentro da Ninfa…
Não demorou muito até a ter despida (ficando só com as meias às riscas) sobre a cama, de pernas abertas para mim, comigo entre elas, a lamber-lhe a cona e a chupá-la como adoro fazer.
Mas como aquilo era suposto ser castigo, não deixei que se viesse na minha boca!
Fui para cima dela e finalmente ela sentiu toda a força da autoridade… bem fundo… escorregando no pecado. Fodemo-nos à grande, enquanto olhávamos nos espelhos os nossos desempenhos.
Não demorou muito até a ter de quatro, de rabo empinado e com aquelas meias às riscas que me dão a puta da tesão, pronta a ser comida como tanto gosta…
Foi bom vermos as nossas expressões enquanto fazíamos amor, bem como vê-lo a entrar e sair de diversos planos em vez do habitual plano picado.
Estivemos na foda largos minutos, até ouvir a Ninfa dizer “Vá, fode-me cabrão, fode-me!”, enquanto se vinha com o meu caralho dentro dela… e eu vim logo de seguida…
Exaustos acabámos por adormecer lado a lado, mas ao despertar, demos outra valente.
terça-feira, setembro 05, 2006
Uma noite na linha
Publicada por Ana à(s) terça-feira, setembro 05, 2006
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