quarta-feira, setembro 20, 2006

Lazuli

Era Sábado e estávamos em Londres. Jantámos num restaurante de comida Tailandesa. Comemos quadradinhos de lombo de vaca mergulhados em molho de aguardente de palma e bebemos cada um uma garrafa de vinho leve do Reno.

Estávamos apenas um pouquinho "quentes". Enquanto o empregado nos servia, descalçou-se e enfiou o pé entre as minhas pernas. Corei, você sorriu com o seu ar malandro, entreabri mais as pernas e cheguei-me para a frente. Começou a massajar-me com o dedo do pé.

Pediu-me para tirar as cuecas.

Devagarinho, sem me levantar da mesa, tirei-as e perguntei-lhe se as colocava no seu prato ou dentro da carteira que trazia.

Voltou a colocar o pé entre as minhas pernas. O seu dedo estava todo molhado e senti enfiá-lo dentro de mim todo. Continuou a massajar-me e comecei a acompanhar os seus movimentos com imperceptíveis meneios de anca. Parei de comer...

Olhei para si muito séria e com os olhos certamente muito brilhantes gemi baixinho. Arfei, respirei fundo... Agarrei na faca com mais força, cravei o cotovelo na mesa, retesei os músculos e senti um enorme orgasmo subir por mim acima. Cerrei os dentes e estive durante um interminável minuto a tremer.Enfiou o seu pé molhado dentro do sapato. Levantou-se e fez-me sinal para o seguir. Entrámos na casa de banho dos homens que estava deserta. Abriu a porta de uma das salas e empurrou-me para dentro.


Fechou a porta atrás de si...Encostou-me à parede, levantou-me o vestido, puxou-me uma das pernas para cima e penetrou-me contra a parede com força enquanto me beijava sem respirar. Três, dez, vinte vezes se afundou dentro de mim, enquanto eu gemia sem prestar atenção a nada. Veio-se dentro de mim em borbotões e sufocando os gritos que lhe apertavam a garganta enquanto me cravava as unhas até me magoar os braços e eu lhe mordiscava os lábios para abafar um segundo orgasmo interminável, muito mais forte, que quase doía.

Deu-me um beijo em cada olho, beijou-me suavemente os lábios e voltámos à sala sem uma palavra.
Apenas sorrisos repletos de perversa cumplicidade. Acabámos de beber o vinho e conversámos descontraidamente. Propus-lhe irmos a uma discoteca. Aceitou divertido e saímos do restaurante. Andámos na rua de mão dada uns cem metros. Chamou um táxi.

Sentámo-nos no banco de trás. Dei-lhe um beijo toda debruçada sobre si fazendo-o sentir os meus mamilos eriçados. Deslizei para o chão do táxi e mergulhei-o na minha boca, comecei a passar a ponta da língua pela extremidade, os lábios pela coroa da glande e depois outra e outra vez para baixo.

Meti a mão entre as minhas pernas e comecei a masturbar-me ao mesmo tempo. O rapaz do taxi olhou pelo retrovisor e sorriu.Continuei e senti-o cada vez mais duro dentro da minha boca. Agarrou-me nos cabelos e acelerou um pouco os movimentos. Quando estava completamente duro puxou-me para cima e sentou-se

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