Não era Carnaval, mas o meu tio Samuel teimava em organizar festas coloridas, exigindo que os convidados se mascarassem de acordo com o “tema” que ele estabelecesse. Eu adorava os festins do meu tio. Eram sempre na sua grande vivenda com piscina, onde tocava boa musica, havia bebida a jorros, machos para todos os gostos, e findava sempre com muito sexo, que durava até ao amanhecer. Era sábado e eu já tinha o fato preparado. Decidira mascarar-me de um modo que ninguém descobrisse quem eu era; então trajei-me de “pussycat”, e foi dessa forma que eu penetrei na festa do meu tio, acompanhada pelo meu marido, que teimou em se mascarar de “bobo”! Foi com grande contentamento que observei todos os convidados anónimos, sob as suas mascaras cómicas, a divertirem-se, a namorarem a flirtar...enfim, aquelas festas serviam para isso mesmo; para os casais trocarem de parceiro, fornicarem com quisessem, sem que ninguém soubesse quem esteve com quem, se é que me entendem!
Curiosamente, o meu tio organizava estas festas com mascaras, sempre que andava doidinho para comer a mulher de algum marido mais distraído! Bem, voltando à narrativa, assim que lá cheguei perdi o “bobo” de vista, mas nem me preocupei em procurá-lo. Eu trajava uns calções pretos muito curtos, e um top igualmente muito reduzido. Sobre o meu rosto, ostentava uma grotesca máscara de gata, e ia miando sempre que passava por alguém que me agradasse. Oh, sim e foi aquele grupo, que mais me agradou: O batman, o Homem aranha e ainda o Capitão Fantasma! – Notei com agrado, que a conversa que eles estavam a ter, fora interrompida aquando a minha passagem... - Boa noite!... – Ronronei. Eu estava com o cio, percebem? Ao fim de uma hora, a festa estava mesmo animada, e eu também! Já tinha sorvido vários cocktails, mas entretanto tinha perdido os meus “heróis” de vista. Dei algumas voltas em redor da festa, e foi com algum desagrado que observei diversos convidados a divertirem-se à grande, e eu desiludida, sem saber dos meus três heróis. Apenas me restava uma solução: procurar o meu “bobo” e ir-me embora. Contudo, antes ainda, decidi ir aos lavabos, e foi mesmo ali que eu verifiquei que a minha noite não ia acabar, mas estava sim, prestes a começar! No interior do WC, os três mascarados aguardavam-me bastante alcoolizados e sorridentes. - Estávamos a ver que nunca mais aparecias, gatinha! – Murmurou o Homem aranha, trancando a porta de acesso ao exterior.
Agora éramos só nós os quatro. - Uma gata com cio, deve aguentar com três machos, não? – Indagou o Batman, envolvendo os seus braços de morcego em redor da minha cintura. De imediato, fiquei rodeada por aqueles mascarados suculentos, que eu tanto ansiara durante toda a noite, e agora estavam ali, disponíveis apenas para mim. E antes que pudesse dizer alguma coisa, notei que o Aranha me baixara os calções, para me invadir a rachinha com a sua língua marota, que penetrou por mim adentro. Simultaneamente, Batman e o misterioso Capitão Fantasma, colocaram-me as suas vergas imensas em frente da face, ansiando por serem chupadas e deglutidas, o que eu fiz, sem grande hesitação. Deixem-me revelar-vos que o Fantasma tinha um cacete descomunal, e que quase me deixava sem ar, sempre que o enfiava na minha boca para eu o mamar. Seguidamente foi a vez de eles trocarem. O aranha deu-me o seu pau para eu chupar, enquanto que o Capitão se ajeitou sob o meu corpo e, oh! Enfiou o seu pau demorado no meu cuzinho delicado. Sincronicamente, o batman afundou a sua haste na minha coninha viscosa. -Ah, fodam-me...que bons que vocês são...forniquem-me com as vossas vergas! – Grunhi eu, completamente em histeria. -Ah, Ligia! És a putinha com que sonhámos toda a noite. Agora és toda nossa! – Rosnou o capitão fantasma, ao mesmo tempo que me mordiscava os mamilos e me agarrava as nádegas com ambas as mãos.
Era sem dúvida, o mais belo de todos, contudo, ainda não lhe conseguira ver a face. Depois fui colocada numa estranha posição de suplicia, e fui atacada de novo. O capitão agora tinha-o metido na minha coninha; o aranhiço, no meu cuzinho; e eu mamava o Batman. Era sempre a girar! - Ah, venho-me...venho-me nem uma porca! – Grasnava eu, arrebatada pela loucura. - Ah, Ligia...queremos vir-nos na tua boquinha linda! – Sugeriu o Capitão Fantasma, ao fim de alguns minutos de puro sexo e êxtase total. - Sim. Venham dar-me o vosso leitinho! – Requeri eu, sem demandas. Oh, vocês nem imaginam o banho de seiva que eu levei daquelas vergas deliciosas e suadas, que me regaram com obscenidade e atrevimento. Por fim, eles removeram as suas mascaras, um a um. Primeiro o batman, que era um loiraço muito bonito, depois o aranha, que era moreno, e por fim, o Fantasma, que era...o meu tio Samuel!
quarta-feira, agosto 13, 2008
Eu no baile de máscaras
Etiquetas: baile de máscaras, sexo, swing
Publicada por Ana à(s) quarta-feira, agosto 13, 2008 1 comentários
A menina do ginásio
Olá a todos, serve este pequeno relato para vos contar o que me sucedeu há algumas semanas atrás,passo a apresentar-me, meu nome é Pedro Santos tenho 38 anos e sou praticante de musculação, tenho tido uma vida sexual um pouco atribulada uma vez que sou dono de 23cm de penis com uma espessura considerável de 5,5 cm,o que me tem levado a algumas aventuras pois as mulheres sentem alguma curiosidade por mim.
Certa vez no ginásio reparei que uma das raparigas que treinava não parava de olhar para mim, no inicio achei normal mas depois de alguma insistencia da parte dela comecei a pensar que algo mais se passava. Assim certo dia e já um pouco farto de tanto trocar olhares, aproximei-me dela e meti conversa para ver que tipo de pessoa era. Sandra era o seu nome,muito bonita e tinha um corpo de morrer de tesão só de olhar para ela, uma voz suave e doce como bem poucas; no inicio mostrou-se um pouco recatada, mas depois de alguns minutos de conversa ela propria fez-se convidada para tomar um café quando saíssemos.
Um pouco admirado logo fui aceitando o convite, e lembro-me de pensar que sorte inesperada era aquela que me estava a acontecer naquele dia. No café, conversa puxa conversa e ás tantas sinto a sua mão a roçar-me no pau por cima dos calções, escusado será de dizer que fiquei com uma valente tesão que era notória a kilometros. Depois de a questionar disse-me que tinha uma fantasia de foder com um homem com um pau grande pois o seu marido era pouco dotado e algo breve nas relações, e perguntou-me se eu não queria ir a sua casa, ao que eu acedi prontamente. Quando chegamos a sua casa, verifiquei que morava num apartamento confortável e muito agradável, mal entrei não quis perder mais tempo e passei à acção dando-lhe um grande beijo na boca que ela retribuio de forma generosa e ofegante, agarrei-a ao colo e levei-a para o sofá.
Depressa nos despimos com a excitação e não tardou até que a minha lingua lhe lambesse o clitóris de forma vigorosa e rápida que lhe fazia saltar gemidos de praser, para aumentar ainda mais o seu praser introdosi o indicador na sua vagina e ao mesmo tempo que lhe fazia o minete massajava o seu ponto G com movimentos ritmados, não tardou a vir-se com um grito abafado. Como ainda não estava contente continuei até que se veio uma segunda e terceira vez, que delicia de coninha que a Sandra tinha, estava louco no momento.
Sandra passou à acção e quis retribuir-me com uma mamada, confesso que ela sabia o que fazia, eu por sua vez voltei-a e ficamos de 69 durante um bom bocado. Uma das coisas que achei engraçado foi a sua expressão quando viu o meu pau em pé, fez alguns elogios ao tamanho e logo me disse que não lhe começe o cú porque não estava habituada a levar com tamanho pau e tinha medo de se magoar. Eu concordei e comeceu a meter devagar na sua vagina, Sandra ficou louca ao ver aquele pau de 23X5,5 a desaparecer dentro dela, comeceu devagar e pedois quando reparei que estava mais lubrificada meti com mais força e mais rápido, não tardou a vir-se em convulções ondulando o corpo como uma enguia.
De seguida levantei-a nos meus braços e ela tracou as suas pernas em torno de mim de forma a que ficou totalmente apoiada em mim, voltei a penetra-la e desta vez sem a pousar dei-lhe uma foda até nos virmos, agarrando-se a mim de tal forma que me arranhou as costas! Ficamos a tarde toda naquilo,de todas as posições, depois tomamos um banho e fomos cada um para seu lado. Mais tarde confessou-me que soubera de mim por uma amiga que também tinha estado comigo, mas não me disse quem..., moral da história as mulheres são bem mais atrevidas e astutas, ainda vou eu com o trigo já elas vêm com a farinha !
Etiquetas: 69, cú, ginásio, menina, orgasmo, sexo, sexualidade, vagina
Publicada por Ana à(s) quarta-feira, agosto 13, 2008 0 comentários
Os exames
Os exames estavam à porta e os níveis de stress eram elevados. Estávamos numa maratona de estudo intensivo. Sendo enfermagem um curso maioritariamente feminino havia poucos rapazes e os poucos que havia, pelo menos na minha turma não eram muito bonitos, mas eram simpáticos. Estávamos no 3 dia de 5 de estudo programado, mal saiamos de casa. Eu, a Marta, e o Luis. A marta uma ruiva pequenina muito sardenta ligeiramente acima de peso e com um peito enorme para o seu corpo.
O Luís, muito magro e muito alto, muito desengonçado, óculos enormes na cara, muito branquinho. Estava um calor incrível o que contribuía ainda mais para a pouca vontade de estudar. Eu e a Marta já estudávamos de biquini e o Lúis de tronco nú e calções. Este dia tinha sido produtivo mas cansativo e pela hora de jantar já estávamos todos a disparatar, pelo que resolvemos jantar, beber umas cervejas e quando estas acabaram bebemos também vinho. A disposição mudou, tornamo-nos mais faladores e sem sabermos como a conversa descanbou para sexo. Eu estava sem namorado e há meses que não tinha relações, a Marta não via o namorado que estava na terra há 2 meses e o Luís também não tinha namorada.
Conversamos sobre posições fantasias e muitas outras coisas, onde o Luís disse que nunca tinha feito anal. A marta disse que já tinha feito mas não gostava muito e perguntei ao Luis porque nunca tinha feito e ele depois de ficar muito vermelho lá disse que era porque tinha um pénis muito grande e nenhuma rapariga tinha querido experimentar. Fiquei logo curiosa. Adoro anal e pénis grandes e aquilo acendeu em mim um desejo adormecido. Perguntei quão grande e ele respondeu 24 por 8 de grossura. As minhas cuecas ficaram logo ensopadas, passei a língua pelos lábios antecipando muito prazer quando a Marta disse que não podia ser, nunca tinha visto um daquele tamanho. Ele insistiu que sim e num arrojo que nunca imaginei a pequena marta pediu para ele mostrar. Primeiro olhou para ela depois para mim a confirmar que tinha ouvido bem e finalmente resolveu puxar os calções para baixo expondo um magnifico cacete que ia dando mostras de crescer rapidamente e que a meia haste já era enorme. Aquilo destoava totalmente do luís.
Um pau muito escuro num corpo muito branco e magro. Eu lambia os lábios, a Marta de olhos arregalados não acreditava no que via. Quase em simultâneo as duas estendemos a mão e tocamos-lhe sentindo-o estremecer e se possível crescer ainda mais. Ele deitou-se para trás no sofá oferecendo-nos o seu membro para lambermos e beijarmos o que fizemos ambas com gosto, deixando-o a escorrer saliva tal a vontade com que o atacamos. Mais uma vez a marta surpreendeu-nos e enquanto eu lutava para abocanhar a totalidade daquele monstro ela lambeu o olhinho do Luís que estremeceu todo como se um choque eléctrico o tivesse percorrido. Sentindo o seu prazer ela continuo e pedindo para ele relaxar colocou um dedo no seu rabo. A situação era efervescente, eu mamava um pau enorme e a Marta beijava e comia o cu do Luis com o dedo ao mesmo tempo que lhe mexia nos tomates. Não podia haver homem que resistisse e com um guincho grossos jactos de esporra brotaram daquela cabeçorra sujando-me a cara e o cabelo. Quando terminou de se vir nós duas fizemos questão de limpar todo o seu pau e possuídas por uma tesão que queimava começamos a beijar-nos e a partilhar o resto da esporra que estava na minha cara. As coisas foram acontecendo e sem darmos por isso estávamos enrroladas num 69 delicioso. A Xana da Marta era toda depilada, lábios grossos, clitóris muito saliente e em pouco tempo levei-a ao orgasmo e ela fez-me o mesmo a mim.
Por esta altura o Luis estava mais que pronto para reentrar na brincadeira e aproveitando que a Marta estava de rabo para o ar penetrou-a de uma estocada só fazendo-a ver estrelas. A força da estocada, aliada ao tamanho do monstro e à minha língua no seu clitóris fizeram-na entrar em orgasmos contínuos que a faziam tremer e chorar de prazer. Sentindo-a exausta e sem condições para continuar de imediato voltou-se para mim arrombando-me da mesma forma animalesca. Também eu vi estrelas e também eu me vim em segundos, mas depressa me recompus e passei a gozar o tamanho do pau e a intensidade com que ele me fodia. Fodemos durante bastante tempo até que a Marta, já recuperada disse que queria mais e como já me doía tudo cedi o meu lugar com gosto, ficando a apreciar o espetáculo. O Luís deitado de costas e a Marta a cavalgar aquele pau montruoso. Mal se conseguia sentar toda mas fazia-o e depois ao levantar-se saia toda deixando um buraco enorme. Não aguentei muito tempo e resolvi juntar-me à festa lambendo os tomates do Luis e inspirada pelo que a Marta tinha feito no inicio da nossa aventura resolvi beijar o seu cu e sem dar por isso tinha três dedos todos enfiados.
A marta urrava de prazer em mais uma série de orgasmos, o Luis não aguentou vindo-se e eu acabei por me vir só da excitação de toda a cena. Estávamos os três suados e ofegantes, mas nem por isso totalmente satisfeitos. Falo por mim, claro mas acho que o Luis e a Marta pensavam o mesmo. Na minha cabeça estava a imagem daquele pau a arrombar-me o cu e embora não estivesse certa de conseguir fazê-lo queria pelo menos tentar e perguntei ao Luís se ele ainda tinha força para me enrrabar. Os olhos dele brilharam e disse logo que sim, a Marta disse que eu era doida que nunca na vida ia conseguir, respondendo eu que pelo menos ia tentar. Coloquei-me de quatro e pedi a ambos para me lubrificarem bem e prepararem. Não havendo lubrificante a marta foi buscar o creme hidratante dela e aplicou uma quantidade substancial no meu rabo. Os dois começaram a brincar com o meu olhinho, abrindo-o e fazendo entrar o creme. Eu começava a delirar com aquela atenção e quando senti 3 dedos a abrir todo o meu cu senti-me preparada e pedi ao Luis para vir.
O seu pau estava maior que nunca perante a perspectiva de comer um cu pela primeira vez. A Marta segurou bem o meu cu abrindo-o e senti a cabeça a forçar a sua entrada. Durante um bom bocado lutamos sem sucesso até que um plop finalmente entrou. A Marta fez um barulho de surpresa, disse que era uma imagem linda, o Luís arfava e eu gemia, lágrimas vindo-me aos olhos. Com medo mas decidida fiz força para trás sentindo como um rolo compressor a entrar dentro de mim e finalmente senti os seus colhões a baterem-me na cona. Os meus olhos estavam cheios de lágrimas, a cabeça zonza com o prazer indiscritivel que estava a sentir e que aumentou quando ele começou a movimentar-se dentro de mim.
Por esta altura em gritava de prazer, explodindo num brutal orgasmo que me fez perder as forças. Nem por isso o Luís deixou de bombar, possesso que estava dentro do meu cu. A Marta sentindo toda a excitação passou para baixo de mim lambendo-me o clitóris e masturbando-se. A cena era frenética e explosiva. Eu não conseguia para de me vir atingindo o pico do prazer quando senti jatos de esporra a baterem bem fundo dentro de mim. Caímos os dois desamparados, sem forças, aquele monstro ainda dentro de mim mas a ficar flácido, saindo naturalmente, a Marta a olhar muito espantada para mim dizendo que tinha uma cratera no lugar do cu e que nunca tinha visto ninguém vir-se assim e que queria experimentar.
O Luís disse que agora nem pensar e fechou os olhos adormecendo quase imediatamente, sorriso de felicidade na cara. Eu também adormeci, abraçada à marta.
Publicada por Ana à(s) quarta-feira, agosto 13, 2008 0 comentários
A TRÊS
Vou contar algo que se passou comigo e mais um casal amigo, se leram a mulher do meu amigo então também deverão saber as amigas boas que tenho! Eu sou o Kenishi, como já me identifiquei no outro conto, e este conto é de quando fui a casa da M. A M. convidou me para ir a casa dela beber um café e para me apresentar o novo namorado dela, a M. é uma mulher lindíssima, morena, baixa, com um corpo fantástico, e sempre me captou muito a atenção os decotes que ela usava, deixavam me louco de desejo, mas claro como amigo, não o podia admitir não é, enfim regressemos aos acontecimentos.
Cheguei a casa dela e ao abrir me a porta deparo me com a M. com mais um daqueles decotes deliciosos para a vista, e com uma saia, sempre linda, e da me dois beijos bem perto dos meus lábios, o que acendeu logo a chama em mim, deixando me minimamente excitado, isso juntando ao perfume sublime que ela usava! Entro casa dentro e vejo o namorado da M., um rapaz alto, moreno, de ombros largos, com uma boa aparência, e cumprimento-o, e digo: - Olá, eu sou o Kenishi (nome fictício) muito prazer! Ao que ele responde: - Olá, eu sou o A. o prazer é meu! Então ficamos um bom bocado da tarde a falarmos os três e a conhecermo-nos melhor, e claro enquanto falamos muito vinho vem a mistura e consequentemente ficamos todos mais desinibidos, e as conversas começam a cair inevitavelmente sobre sexo e experiências e fantasias por realizar, quando chega a vez da M. dizer a sua apenas diz: - a minha fantasia era fazer sexo com dois homens, assim lindos como vocês.
Escusado será dizer que tanto eu como o A. ficamos ambos sem saber o que dizer, ao que a M. se levanta e diz que vai ao WC e assim o faz, e pouco segundo s depois o A. vai atrás dela e fico eu na sala sozinho e beber mais um pouco de vinho, a pensar em tudo aquilo que adorava fazer a M. Passado algum tempo estranho a ausência da M. e do A. e começo a procurar por eles, e chegando a WC vejo que a porta esta um pouco aberta e ouço sons abafados de prazer, e curioso espreito e vejo a M. sentada na sanita, de pernas abertas e o A. de joelhos com a cabeça entre as pernas dela, e as pernas dela apoiadas nos seus ombros, e vejo a mestria do A. a fazer sexo oral na M. tocando – a, lambendo a, saboreando todo o clítoris da M. que se contorce de prazer agarrado a cabeça do A., e ele sempre sem parar, brincando com a língua dele, colocando dois dentro da M. entrando e saindo, ritmado com a língua dele, e a M. cada a gemer mais alto e mais alto até que se vem num grito de prazer, anunciando assim um delicioso orgasmo, aí A. levanta se e beija a, e senta se ele na sanita, ficando desta vez M. de joelhos começando por acariciar todo o pau de A. e eu com muita tesão espreitando pela porta agarrado ao pénis, tocando e saboreando todo aquele espectáculo, cada vez mais excitado e com vontade de me juntar a festa, então a M. enquanto toca todo o pau do A. começa a dar beijos leves na ponta, brincando como um Calipo tocando e beijando ao mesmo tempo, e aos pouco começa a introduzir mais e mais todo o pau de A. subindo e descendo, tocando ao mesmo tempo, e com a ponta da língua percorre todo o pau, e sobe ao que A. se agarra a cabeça de M. e começa a agarrar lhe os cabelos e a respirar cada vez mais rápido e M. a tocar e chupar cada vez mais rápido e A. diz que é agora e enquanto ele se vem a M. não para de chupar e tocar, e A. contorce se de prazer, e ao mesmo tempo que ele se vem, eu venho me também mesmo ali na porta e quando acabo fico sem saber o que fazer por não ter nada para limpar e disfarçar quando ouço de dentro da WC a M. a dizer:
- Então gostaste do nosso pequeno espectáculo? E eu aproveitando a dica não me faço de rogado e digo: -Gostei só é pena eu não me poder juntar a festa! Então a M. e o A levantam se e passam por mim de mãos dadas e pegam na minha mão e vamos todos para a sala, e ai a M. ainda bastante excitada beija me enquanto o A. apenas vê, sorrindo e eu como sempre a quis beijar, beijo a com intensidade, com desejo, e agarro a pelas nádegas e puxo a para mim roçando a bem no meu corpo, e roçando me bem nela, e deito a no chão, levanto lhe a saia e coloco a minha mão bem entre as pernas, tocando com tesão ao que ela se agarra as minhas costas e sempre sem deixar de a beijar, e começo a baixar os meus beijos pelo pescoço abaixo, aproveitando para lhe tirar a blusa, e descendo mais, começo por tocar ao de leve com a ponta da minha língua nos mamilos, deixando os bem erectos e excitados, e com a outra mão livre, toco a nos seios e aperto ao de leve enquanto saboreio o outro seio, e ela mexe se, arranha me as costas enquanto diz: -Ai não pares, por favor não pares isso, não pares, mas que delicia, hum tão bom, não pares não pares, não pares, não, isso naaaaaaaaooooooo.
Eu, entusiasmado por já ter dado um orgasmo a M. continuo a descer e pela barriga abaixo, vou passando a minha língua, e rapidamente chego onde quero, ao que lhe afasto as pernas, com muito cuidado, afasto cada um daqueles lábios molhadinhos, e começo por lambe los, ao mesmo tempo que aproveito para colocar um dedo bem dentro dela, e ao fim de pouco tempo já lá esta outro, preparando o mindinho para penetra la analmente, e quando coloco o dedo mindinho ela da um grito de susto e prazer ao mesmo tempo, enquanto eu continuo nesta cadencia de língua de dedos, arrancando alguns orgasmos, quando reparo no A. nu sentado no sofá de pernas abertas a masturbar se fortemente, apreciando e a gostar de ver a namorada a ser comida por outro tipo, e claro eu sendo abusado como sou, não vou de modas e digo lhe: -Anda, vamos realizar a fantasia da tua namorada! Aquilo pareceu apanhar a M. de surpresa porque quando ela ia para dizer qualquer coisa o A. colocou de joelho ao lado da cabeça dela com todo o seu pau bem apontado a boca dela, roçando com a ponta nos lábios dela, e não sei se foi o facto de eu lhe fazer sexo oral se do vinho, a verdade é que ela rapidamente o colocou dentro da boca, enquanto gemia de prazer, comigo la em baixo.
Aproveitando que ela se divertia com o pau do namorado na boca, eu levanto de e sem dizer nada pego no meu pau, e coloco bem na entrada dela, e sem grandes gentilezas penetro a bem fundo num estocada que ela acusou num gemido abafado pelo pau do A. dentro da boquinha dela e assim começas num vai e vem o três, ritmados, excitados, com muita tesão pelo meio. O A. como estava com muita vontade de penetrar a M. também, pede para a M. ficar de 4 e diz para eu ficar de joelhos que ele fica por baixo, obedeci prontamente na possibilidade de vir a fazer sexo anal pela 1 vez. Quando o A. se coloca por debaixo da M. pega no pau dele e rapidamente a penetra, dando investidas bem fortes, fundas e rápidas e eu claro como não ia ficar apenas a ver, pego no meu pau e muito lentamente começo a penetrar a M. ao que ela geme sem parar, sentindo dois homens bem dentro dela, como sempre desejou, e os três começamos ali a cadenciarmos as nossas investidas, num entra e sai frenético, e a M. a vir vezes e vezes sem conta, com dois paus bem dentro dela, penetrando a, entra e sai, entra e sai, ao mesmo tempo, hora um hora outro, e eu agarro bem a cintura de M. puxando do a bem para mim a cada investida, dando lhe pequenas palmadas nas nádegas, e chegando a uma altura em que os três já não aguentávamos mais, começamos a ter os nossos orgasmos ao mesmo tempo, fazendo a M. ter um orgasmo demasiado grande, pelo facto de sentir o meu orgasmo bem dentro do cuzinho dela e o orgasmo do namorado ao mesmo tempo, fazendo a perder todas as forças do corpo, caindo para cima do corpo do namorado, e no fim quando ambos nos retiramos de dentro dela, ela coloca se de joelhos e começa por agarrar cada um dos paus e a mete los na boca, saboreando cada um, vendo as diferenças de sabores.
Publicada por Ana à(s) quarta-feira, agosto 13, 2008 0 comentários
sexta-feira, agosto 24, 2007
As tuas histórias
Publica aqui os teus mais secretos desejos, as tuas melhores expriências.
Partilha connosco tudo o que é de mais secreto na tua vida.
Publicada por Ana à(s) sexta-feira, agosto 24, 2007 0 comentários
sábado, maio 19, 2007
Prostituto de luxo no Second Life
Agora é possivel encontrar o "famoso" Ricardo, o "call boy" ou prostituto de luxo também já se encontra na "Second Life" . para as mais curiosas em conhecer esta personagem procurem por Ricardolx Beaumont na "Second Life.
www.secondlife.com
Procurem por Ricardolx Beaumont .
Publicada por Ana à(s) sábado, maio 19, 2007 7 comentários
quinta-feira, abril 26, 2007
http://prostitutodeluxo.hi5.com
Olá, em primeiro lugar as minhas desculpas por não actualizar este meu espaço de uma forma muito regular, mas o tempo disponível tem sido muito pouco, entre o meu trabalho mais formal, Fotógrafo e a minha vida de prostituto de luxo, sobra muito pouco tempo para a escrita.
Prmetendo ir actualizando este meu espaço mais frequentemente, deixo-vos aqui o meu dia de Domingo, pois para um prostituto de luxo, domingo não existe no Dicionario... :)
Seria talvez 16 horas, eu na praia com um grupo de amigos, até vos posso dizer qual a praia, estava na esplanada da praia da sereia, mais conhecida por Wikiki, estava eu a disfrutar de um domingo de sol quando me ligam,
"- olá boa tarde, é o Ricardo?
- Sim é o Ricardo, boa tarde
- podemos falar agora? não sei se fiz mal em lhe ligar ao Domingo, mas...
- não não há qualquer problema, posso a ajudar?
- fala a Teresa, quem me deu o seu contacto foi a Vanda, ela adorou os seus serviços e recomendou-me, será que nos podemos encontrar hoje? no inicio da noite?
- Sim, claro, em que local?"
blá blá blá , e lá ficou combinado, agendado como eu lhe gosto de chamar, agendado para as 21 horas no Hotel palácio de Seteais, conhecem? muito bom mesmo, já o conhecia de outras ocasiões e devo dizer que é do melhor que temos na zona de Lisboa.
Quando cheguei, o "porteiro" ficou-me com as chaves do meu carro para o arrumar, eu entrei e dirigi-me para a sala de estar, sentei-me em um dos sofás e fiquei a aguardar, agurdar por uma desconhecida, tal como tinha ficado combinado durante a tarde, devo confessar que nestes momentos fico bastante ancioso, com algum nervoso miudinho.
15 minutos depois ainda a Vanda não tinha chegado, e o meu estado de anciedade a aumentar, pequei numa revista, na Sabado, ou na visão, já não me recordo, sei que começava a lêr um artigo sobre a teia de prostituição que se prepara na alemanha para receber os adeptos de futebol, um à parte, devo confessar que não sou adepto de futebol, serei capaz de ver os jogos da selecção apenas por patriotismo.
E assim, levanto o olhar por enquanto só o olhar, sentindo alguma agitação na recepção, vejo a Vanda a entra, vem num passo seguro e decidido directo à minha pessoa, deve ter na casa dos 37 anos, ela não me confessou a idade e eu como cavalheiro que sou também não o perguntei, agradeci nesses momentos e nos breves segundos que a Vanda demorou da recepção até mim, agradeci por me ter calhado mais uma mulher que me agrada como homem, uma mulher atraente.
Deu-me dois beijos e sentou-me ao meu lado, pediu-em para que se ficasse ali a conversar um pouco antes de se subir para o quarto, e assim foi.
Falamos de tudo um pouco, da relação que ela tem com o seu corpo, uma relação muito cuidada devo dizer, da relação que ela tem com o sexo, o porquê de recorrer a sexo pago.
Entretanto e entre a conversa, a Vanda dá um primeiro passo, metendo a mão dela entre as minhas pernas, começa a precorrer-me com as suas mão as minhas pernas, quase como em um jogo de sedução, como se necessita-se de me seduzir, enquanto fala cada vez provoca-me mais, tocando-me legeiramente mas propositado em meu sexo, confesso que já me estava a deixar com vontade, ela deve ter notado, pois o volume cada vez era maior, e ela numa atitude provocadora estava a gostar, e eu também.
Subimos para o Quarto, assim que entramos ela começou a se despir, eu aproximei-me e tentei tornar aquele momneto em algo de mais pessoal, pois a Vnada estava a me agradar, aproveitanto ela estar com algumas dificuldades em baixar o fecho do seu vestido (terá sido propositada aquela dificuldade?), aproximei-me e ajudei-a a retirar o vetido lentamente ficou com uma tanga, quase meio fio denta, meia tanga, em cima não tinha nada, apenas os seus belos seios.
Deixei-a estar e ficar com a tanga, branca, pedi para que se encostasse a uma bacia que existia no quarto, ela baixou-se um pouco para se colocar a altura da bacia, empinando assim o seu cuzinho, eu nessa altura coloco-me de joelhos, desvio a tanga e começo a a passar a minha lingua no sexo da Vanda, adoro fazer sexo oral devo confessar, lambuso-a toda com a minha boca , com a minha lingua, sinto-a bastante exitada, chega um ponto que é ela que faz os movimentos, como se tivesse a montar a minha lingua, chego a lhe penetrar aquela cona deliciosa com a minha lingua, mas o objectivo é sentir bem seu clitóris e a deixar louca d evontade de ser penetrada, viro-a de frente para mim. ela já está super exitada, aliás, ambos estamos exitados, tiro-lhe a tanga, começo a lhe mamar em seu clitoris, ela geme enquanto se agarra atrás na bacia, contorce o seu corpo ao ritmo do prazer que lhe estou a propocionar, mas que belo Domingo, se não fosse a Vanda talvez estivesse a assistir ao Herman Sic :)(brincadeira)
Vamos para a cama, e colocamo-nos na não menos famosa posição 69, a Vanda começa a me mamar bem devagar o meu pau, sinto-o bem grosso, está muito quente, como se fosse explodir, de tão bem que a Vanda mama nele, eu a agarrar no rabinho dela, a afastar as suas nadegas, passo a minha lingua de baixo para cima e de cima para baixo, em sua coninha, isto enquanto um dedo mais atrevido lhe penetra, como se a abrir caminho para o que vem ai, está bem molhada, está mais que pronta para lher dar uma boa sessão de sexo....
continuo amanha....o joão pestana já não me deixa escrever mais..... nem faço a correcção, caso tenha muitos erros no texo avisem-me por favor :)
são04:38
Beijos a todas as minhas amigas, quer virtuais quer pessoais, e porque não a alguma minha cliente que já tenha descoberto este meu espaço. :)
Publicada por Ana à(s) quinta-feira, abril 26, 2007 1 comentários
Sinto-me viciada em sexo, mas tenho novas duvidas e medos.
a minha fisionomia é sobre o magro, mas com seios grandes e firmes (38) que
me permitem não usar soutien.
Tenho também a bundinha arrebitada e bem feita, mas com a cintura fina
(36).
sou "raçada" de asiática com italiano, que me concedeu uma certa beleza
fora do comum.
Sou proveniente de uma família abastada, muito embora isso não se reflicta
em mim pessoalmente, pois tenho gostos e perspectivas da vida e para a vida
muito terrenas e humildes.
Desculpem por esta breve descrição, mas torna-se necessária para melhor
compreenderem o que vos vou passar a confessar.
Casei-me com 27 anos, com um homem de 36 e que pensava ser tudo aquilo que
desejava; até que cheguei à triste conclusão que ele queria era o meu
dinheiro e pouco mais.
No fundo, agora vejo que era tudo um vazio, pois ele nem tesão tinha para
fazer amor comigo por vezes, desculpando-se com o argumento que eu até nem
era boa (cabrão).
Depois de descobrir todos os seus podres, corri-o de casa e da minha vida,
mas acabei por ficar sempre magoada quanto ao aspecto de não ser boa.
(mesmo a ser variadissimas vezes assediada sexualmente na via pública, em
festas, no hipermercado, em restaurantes, etc,etc.). E em tudo isto fiquei
a remoer, quando decidi ser maluca e provar a mim mesmo de que sou capaz de
por os homens loucos para me comerem.
O mês passado, saí no meu carro para a caça ao homem numa terça-feira de
sol.
que só apertava pelo cinto mesmo. Não coloquei soutien, para que facilmente
mostrasse os seios com um movimento; meias de ligueiro da cor da pele e uma
cueca quase transparente de fio dental.
Segui sem destino, com uma unica obsessão na ideia que era caça ao homem,
até que passei por uma obra que decorria à beira rio e distânciada da
urbanização.
Houve algo que me percorreu a cabeça que me fez parar e sem planos ainda,
saí do carro e espequei-me a olhar para o que os homens faziam.
Eram quatro os trabalhadores, três deles negros e um branco; como estava
calor, trabalhavam em tronco nú e estavam todos transpirados e eu não
pensei mais nada a não ser: são estes!!
Fui ao encontro deles e com um olhar discreto apercebi-me de como ficaram
inquietos com a minha aproximação; até que se dirigiu a mim um deles e
cumprimentou-me, perguntando o que procurava. Desculpei-me de que andava
perdida (foi o que me saíu!) e inventei um local que buscava.
Ele falava para mim, mas não conseguia deixar de olhar para os meus seios
que saltavam do decote do vestido, assim como os outros se aproximaram mais
com aqueles olhares que se pudessem até furavam.
Bem, ...não sei explicar bem como se passou o resto; só sei que passados
poucos momentos eu estava a abandonar-me aos prazeres daqueles homens; um
colocou-se por detrás de mim e começou a roçar-se no meu traseiro e eu
sentia a sua verga dura a querer furar as calças e a minha roupa para me
penetrar.
a receio e depois começaram a apalpar-me as mamas e a chupar-me os mamilos
e senti o quarto homem aninhado e a meter-me as mãos pelas coxas acima.
Fechei os olhos e deixei-me levar pelas sensações pura e simplesmente!
Estendi as mãos e agarrei duas vergas que já estavam tesas e comecei a
massajá-las e num instante já estava só com os sapatos calçados e as meias,
emvolvida pelos homens que já estavam nús também e com as vergas prontas
para me satisfazerem.
Achei que dois deles eram um pouco avantajados de mais, pois tinham umas
vergas negras que além de enormes eram grossas também e duvidei muito que
me conseguissem penetrar, mas...
O que estava por detrás de mim penetrou-me com um só golpe, segurando-me
nas ancas com firmeza e começou no fora e dentro com um ritmo crescente.
bem o que faziam; só que estava a ser completamente apalpada, beijada e
mordiscada.
Enquanto eles trocavam algumas obscenidades que a mim não me estavam a
afectar, tive o primeiro orgasmo entre longos gemidos, acabando por os
excitar ainda mais.
Mudámos de posições e eu fui colocar-me de gatas a chupar um, enquanto
reparei que um dos negros avantajados se preparava para me penetrar por
trás. Não tive tempo para pensar mais nada, pois numa pressa senti a minha
rata a dilatar com a entrada daquela verga que me preencheu toda. Gemi de
prazer e arranjei-me mais para que fosse toda até ao fim; e enquanto ele me
penetrava, massajava o meu anús e enfiava o dedo com ajuda da lubrificação
que para ali abundava.
Estranho, nunca tinha experimentado nada antes, mas estava a gostar que me
metessem o dedo no rabo, ao mesmo tempo que era penetrada.
Chegou a altura em que o primeiro que me penetrara, se esporrar para as
minhas mamas! Fiquei toda molhada e apreciei toda aquela esperma nas minhas
mamas.
O outro avantajado deitou-se na minha frente e fez sinal para eu ir para
cima dele, segurando na sua enorme verga no ar. Eu fui colocar-me por cima
dele e sentei-me sobre aquela coisa que me escancarou a minha rata outra
vez.
Comecei a chupar o outro avantajado e logo senti que o outro se tinha
colocado por detrás de mim e começara a lamber-me o anús enquanto tinha a
minha rata a esfolar-se com a outra verga enorme e grossa. Poucos momentos
após, eis que senti que ele se colocara em posição para me penetrar no rabo
e fiquei quietinha em cima do outro enquanto sentia a verga a enterrar-se
pelo meu rabo acima.
Não aguentei mais e tive um novo orgasmo no meio de gemidos loucos que não
consegui impedir.
sentia um prazer enorme nisso.
Chupei o outro com mais vigor e cedo senti as golfadas de esperma a
inundarem-me a boca e a cara.
a vez do que me enrabava a vir-se para cima das minhas nádegas.
Tive um novo orgasmo e fiquei abandonada com o outro negro avantajado que
se mantinha por debaixo de mim.
os mamilos, enquanto segurava nas minhas ancas para dar a velocidade que
começou a aumentar.
Rolámos os dois e eu fiquei a segurar nas minhas coxas para expor a minha
rata ao tratamento que ele quisesse.
Ganhou velocidade e tirou-a para fora para se esporrar para cima de mim. As
golfadas de esperma não paravam e atingiam-me nas mamas e na barriga, e eu
esfregava-me nela com gozo.
Dei uma lavadela ao meu corpo no rio e vesti-me, após me ter limpo a uma
toalha deles.
Agora até gostaria de repetir, mas novos receios se me colocam. Sinto-me
viciada em sexo, mas tenho novas duvidas e medos.
Isto é mau,...é bom??...não sei! só sei que na altura adorei,mas...
Marian
Publicada por Ana à(s) quinta-feira, abril 26, 2007 11 comentários
Tenho 34 anos e sou casada .
Tenho 34 anos e sou casada com o Paulo ha quase 10 anos. Temos uma filha e
moramos em um condomínio fechado ao lado da rodovia Raposo Tavares.
Dizem que sou uma mulher bonita e meu corpo esta em forma, já que faço
exercícios todos os dias.
Na quinta feira da semana passada meu marido foi levar nossa filha na escola
e voltou para almoçar como sempre faz.
Quando ele estava entrando na garagem foi rendido por 2 homens que entraram
junto com ele em nossa casa.
Eu estava fazendo o almoço e usava um vestido claro bem fino por causa do
calor que fazia e estava sem sutien.
Quando vi meu marido com as mãos para trás sendo empurrado pelos bandidos
fiquei apavorada. Meu marido pediu que ficasse calma que nada iria
acontecer.
Os ladrões então perguntaram por dinheiro, mas a gente não guarda dinheiro
em casa e não tínhamos quase nada em nossas carteiras, o que fez com que
eles ficassem muito irritados. O cara que estava me apontando uma arma
mandou que eu sentasse no sofá e amarrou minhas mãos para trás, com uma
cordinha bem fina , que até me machucava.
O cara que estava com meu marido perguntou se ele tinha dinheiro no banco e
se tinha cartão para fazer saques tanto da minha conta quanto da dele.
Meu marido disse que tinha então um deles ficou comigo de refém e o outro
saiu com meu marido pra fazerem os saques.
Depois de uns 5 minutos que tinham saído, o cara que estava comigo, um
moreno alto e forte, sentou-se ao meu lado e começou a me elogiar. Enquanto
ele fazia isso começou a passar a mão nas minhas pernas.
Eu pedi, quase implorei, pra ele parar mas ele prosseguia acariciando meus
joelhos.
Apesar de fechar bem as pernas ele conseguiu enfiar a mão por entre minhas
coxas.
Lentamente foi descendo a mão por entre minhas coxas até encontrar minha
calcinha. Eu ainda tentei me mexer para evitar, mas como estava amarrada e
sentada num sofá muito baixo, nem me levantar eu conseguia.
Ele começou então a passar a mão na minha xaninha por cima da calcinha e é
claro que aquilo começou a me excitar.
Quando ele colocou a calcinha de ladinho e tocou seu dedo no meu grelinho eu
já estava molhadinha de tesão, e já tinha perdido o resto da minha dignidade
também. Abri minhas pernas e deixei que ele introduzisse seu dedo na minha
bucetinha.
Naquela altura eu já gemia baixinho.
Ele então se sentiu confiante pra abrir meu vestido que tinha botões na
frente e começou também a chupar meus peitos que estavam arrepiados,
enquanto me masturbava.
Ora enfiava o dedo na minha buceta ora no meu cuzinho. Eu estava alucinada
com aquilo. Esqueci o medo e o tesão se apoderou definitivamente de mim. Eu
gemia e me contorcia de tesão e o cara falava :
- Ta gostando vadia??........seu corninho não anda dando conta de vc?.......
Aquilo me deixava mais excitada ainda. Nunca tinha traído meu marido, mas
estava muito próximo disso. E acabei gozando a primeira vez com a mão de
outro homem.
Seu dedo entrava e saia de minha buceta e sua boca sugava com vontade meus
peitinhos, até que ele disse:
- Vou te desamarrar mas nem tente fugir que eu apago vc.....
Ele soltou minhas mãos e puxou todo meu vestido que saiu pelos pés.
Tirou meu sapato e minha calcinha e mandou que me ajoelhasse no sofá e me
apoiasse no encosto. Foi o que eu fiz.
Ele então abaixou sua calça e tirou um pau enorme de dentro dela. Se
aproximou de mim por tras e começou a introduzir aquilo na minha bucetinha
encharcada e foi quando num ultimo lampejo de lucidez pedi que ele usasse
uma camisinha. Ele disse que não tinha.
Nós também não temos em casa porque eu e meu marido não usamos em nossas
transas.
Então ele enfiou assim mesmo. Sem nada. Podia sentir seu pau pulsando
enquanto me penetrava.
Foi uma delicia. Arrebitei o mais que pude minha bunda e ele segurando pela
minha cintura começou a socar aquele pau enorme na minha xaninha.
Fui a loucura. Ele metia e dizia :
- Toma cadelinha............vc ta precisando de um macho............fode
putinha.......
Eu perdi completamente a vergonha e comecei a falar besteiras também :
- Me fode gostoso..........que pau delicioso vc tem........mete tudo na sua
putinha....
- Toma cadela..........vou te encher de porra sua puta.........
- Ai me dá .........me dá sua porra........vou gozar........me dá.......
Eu gemia e gritava, até que gozei novamente bem gostoso.
Ele então me mandou sentar de novo e chupar seu pau que ainda estava
duríssimo porque ele não tinha gozado ainda.
- Comecei a punhetar e chupar aquele cacete delicioso.
Quando ele estava quase gozando meu marido e o outro bandido entraram na
sala.
Fiquei super assustada e envergonhada. Meu marido ficou super nervoso mas
foi contido pelo outro cara que imediatamente o algemou com as mãos para
trás e tapou sua boca com um pano de prato e esparadrapo. Depois amarraram
ele nos pés de um móvel pesado que temos para guardar louças na sala.
- Agora vc vai ver sua esposinha foder bem gostoso corninho.- disse o cara
que tinha saído com ele.
Daí o cara que eu estava chupando mandou que eu terminasse o serviço mas
agora ele se sentou e me mandou ajoelhar no chão entre suas pernas. Eu disse
que não ia fazer e ele me deu um tapa no rosto que deve ter deixado um
vergão. Segurei o pau dele e levei outro tapa e ele disse:
- Chupa vadia............mostra pro seu corninho como vc estava gostando de
me chupar.....
Estranhamente aquilo me excitava mais, os tapas nem doíam , só me excitavam.
Ele percebeu e me batia e falava:
- Isso cadelinha.....chupa.......vai beber todo meu leitinho sua puta.......
Chupei gostoso aquele cacetão e meu marido assistindo tudo aquilo.
De repente senti alguém segurando meu quadril, era o outro que se ajoelhou
atrás de mim, abriu a calça e colocou seu pau na minha buceta. Eu chupava um
enquanto o outro me fodia.
Aquilo me enlouqueceu totalmente. Me sentia uma puta, uma vagabunda e
estranhamente adorava tudo aquilo. E meu marido via aquilo tudo com os olhos
arregalados..
- Mas vc é uma putinha mesmo. - me dizia o que me comia.
- Mostra pro corninho que vc sabe foder bem gostoso – me dizia o outro.
Eu chupava aquele cacete com vontade. Quando senti os jatos de porra na
minha buceta o outro cara inundou minha boca com sua porra.
A porra chegou a escorrer pelos lados da minha boca porque não consegui
beber tudo.
Pensei que eles iriam embora depois daquilo, mas estava enganada.
Eles me empurraram em direção ao meu quarto e eu fui andando com porra
escorrendo pelas minhas coxas.
Lá eles se despiram e me foderam novamente se revezando, enquanto eu chupava
um o outro me fodia. Até que o pintudo resolveu me comer a bundinha também.
Implorei para ele não fazer isso. Meu marido já tinha tentado e desistido
por causa da dor que senti. Mas ele não desistiu. Lambuzou bem seu pau na
minha buceta encharcada de porra e de meu próprio gozo e começou a pincelar
seu pau no meu cuzinho. Enquanto ele fazia isso seu amigo, já com o pau
mole, me masturbava com os dedos e me beijava a boca. A penetração foi
lenta. Chorei de dor quando seu pau já estava entrando. Meu cuzinho
apertadinho parecia que ia arrebentar. Ele enterrou até eu sentir seus pelos
na minha bunda. Daí ele parou e ficou quieto até eu me acostumar. A dor
então foi passando e meu grelinho sendo acariciado pelo outro começou a me
dar prazer. Daí ele começou a estocar. Tirava quase todo seu pau pra
enterrar de novo. A sensação de prazer se apossou de mim e eu comecei a
gemer e a gritar. Sentia meu cuzinho sendo rasgado por aquele cacete.
- Toma vadia............seu cuzinho é uma
delicia.........apertadinho..........rebola cadelinha.....
- Mete seu tarado...........me fode..............come meu cuzinho.......me
faz gozar.- eu quase gritava..
- Isso cadelinha.........rebola gostoso..........fode putinha.........
- Vem.......me da sua porra..........me enche de porra safado..........me
dá........
Eu gemia, chorava , mas gozei feito louca. Depois que eu gozei o amigo do
cara que comia meu cuzinho já estava de pau duro de novo e entrou por
debaixo de meu corpo (eu estava de quatro) e enterrou seu pau na minha
buceta. Doeu muito, porque eu já tinha o pau do outro atolado no meu cu. Mas
depois que entrou e ele começou a mexer também , de novo fiquei
excitadíssima. Fiquei louca.
- Vc é bem puta.......muito puta mesmo.- o que comia meu rabinho falava.
- Sou sim........sou uma vagabunda........fode essa putinha.........fode
gostoso.....
Eu estava completamente alucinda e acabei gozando de novo e senti quando eu
estava sendo invadida pela porra dos dois bandidos.
Quando o cara tirou o pau de minha bunda, até sangue escorreu pelas minhas
coxas. Senti meu cuzinho todo dilatado.
Eu estava exausta. Saciada. Nunca tinha sido tão bem comida.
Prometi a mim mesma que daria também meu cuzinho pro meu corninho quando me
recuperasse da dor.
Finalmente, depois de terem me lambuzado varias vezes de porra e me
violentado bastante, eles resolveram ir embora. Ambos beijaram minha boca e
saíram dizendo que aquilo tinha sido inesquecível.
Ainda nua desamarrei meu marido que me abraçou forte. Por incrível que
pareça ele ainda me pediu desculpas pelo que tinha acontecido.
Disse a ele que estava tudo bem e confessei que cheguei até a me excitar com
aquilo e ele me olhou nos olhos e disse que também ficou excitado vendo eles
me comerem daquele jeito.
Ele então me abraçou novamente, me levou pra cama toda desarrumada e
lambuzada de gozo e fizemos sexo loucamente até o final da tarde. Menos no
meu cuzinho que estava muito dolorido ainda.
--
Ter problemas na vida é inevitável, ser derrotado por eles é opcional!!!
Publicada por Ana à(s) quinta-feira, abril 26, 2007 1 comentários
quarta-feira, janeiro 31, 2007
Dicas de mulher para homem
Degustando a iguaria
Não seja afoito, comece devagar, do começo. Lamba as orelhas, o rosto, o pescoço. Passe a língua do lado de fora da boca (aquela que fala, ainda não chegamos lá), lambendo como se já estivesse na boceta (isso nos faz revirar os olhos);
Desça para os seios. Primeiro lamba, depois chupe (considere isso como regra básica). Saboreie os mamilos e sinta-os endurecer na sua boca. Mordidas são bem vindas, desde que sejam de leve, com muito cuidado;
Experimente lamber as axilas. Esta é uma região muito sensível e pouco explorada, mas o prazer é garantido, é simplesmente uma delícia!
Beije toda a região do abdômen, detendo-se no umbigo, se ela gostar, dê umas lambidinhas nesse local, se sentir cócegas, não insista, siga em frente;
Dê um trato pelas costas. Cheirar é também um ato que proporciona prazer. Experimente cheirar e lamber a nuca. Prossiga mordendo (de leve) e lambendo até a base da coluna;
A bunda merece atenção especial. Beije-a com carinho, passe a língua em torno do ânus e siga as curvas em direção às coxas;
Ah... as coxas... as mulheres adoram carícias nas coxas. Deixe sua língua passear pelas coxas e pelas virilhas dela;
Bom, das coxas para o seu objetivo, a distância é pouca. Além disso, a essa altura do jogo, a criatura já deve estar fora de órbita. Quer torturá-la? Beije primeiro, sem língua, só beijinhos. É provável que ela não suporte a tortura e peça sua língua com urgência, mas não espere por isso. Deslize sua língua suavemente, desde o grelo até a entrada da vagina, indo e voltando (tipo um pincel de parede), movimentando em vários sentidos: de cima para baixo, de baixo para cima, circulando o grelo, etc.;
Enquanto você lambe, introduza um dedo na vagina e mexa, remexa, enlouqueça a mulher com um ou mais dos seus dedos, imitando o movimento do pênis, entrando e saindo da vagina;
Você pode também, introduzir a língua na vagina, fazendo o movimento de entra-e-sai do pênis, é demais!
Abocanhe a xoxota com a gula de um faminto, pense numa fruta suculenta, num sorvete do sabor de sua preferência;
Não esqueça que o grelo deve ser o centro das suas atenções, portanto, chupe e lamba, lamba e chupe, alternando o movimento, o ritmo e a velocidade;
Experimente vibrar a língua no grelo dela, mas não demore muito para não machucá-lo, por isso é bom alternar o movimento das lambidas;
Contudo, se ela começar a gozar, não mude o movimento, nem a velocidade ou o ritmo, espere o (os) gozo (s) chegar (em) ao fim;
Depois que ela gozar, continue com os carinhos porque, certamente ela vai querer retribuir o prazer que sentiu.
Publicada por Ana à(s) quarta-feira, janeiro 31, 2007 5 comentários
Mãos de Fada
Toque com mãos de fada
Segurar um pau é algo que deve ser feito com determinação. Se você não tem certeza de que quer realmente segurar um, nem tente;
Ao segurar, faça-o com firmeza, mostre ao seu homem o quanto você o quer naquela “segurada”;
Se vai tocar uma punheta, comece com movimentos suaves e, em seguida, vá aumentando a velocidade de acordo com as reações do parceiro; pergunte a ele se está bom, se ele quer mais lento ou mais rápido, peça para ele guiar sua mão;
Experimente fazer nele uma massagem “relaxante”, daquelas que enlouquecem o “relaxado”, usando um óleo aromático (sugiro o óleo de calêndula, o perfume é muito excitante). Comece pelo pescoço, desça pelos ombros, pelas costas até a base da coluna. Massageie as pernas e os pés cuidadosamente, pirraçando o sujeito. Volte pela frente detendo-se no pau; dedique atenção especial nessa parte e continue a pauta com o item “o que ocorrer”;
Tente tocar a bunda dele enquanto vocês se abraçam. Se a reação for muito agressiva, não insista, principalmente se você o conhece há pouco tempo. Se ele não for tão categórico ao negar o carinho, insista! Tente passar a língua pelo períneo (aquela região entre o testículo e o ânus), e siga até o ânus, deixe-o molhadinho, depois, acaricie com um dedo, de leve, com muito carinho. Não vai demorar muito para ele te pedir que enfie o dedo, mas não espere, introduza o dedo bem devagar, e chupe o pau dele ao mesmo tempo. Nunca mais ele vai querer abrir mão desse “trato”, garanto! Alguns homens têm curiosidade em experimentar esse carinho, mas não o fazem por puro preconceito, medo de serem “mal compreendidos”, ele associam a aceitação desse carinho à uma possível tendência homossexual. É a mesma história das mulheres que não fazem sexo oral ou anal, com medo do homem “pensar mal dela”, exatamente a mesma coisa!
Vale lembrar que a cabeça do pênis é tão sensível quanto o seu clitóris, o que significa que você deve agir com suavidade nesse local.
Publicada por Ana à(s) quarta-feira, janeiro 31, 2007 0 comentários
AFRODISÍACOS
O estímulo sexual através dos alimentos é uma técnica de conquista amorosa milenar, que vem sendo transmitida de geração a geração pelo mundo todo.
O termo afrodisíaco é derivado de Afrodite, nome da deusa da mitologia grega do amor carnal. Diz a mitologia, que Afrodite deu seu nome a todos os alimentos e medicamentos estimulantes do ato sexual.
ALCACHOFRA
Das pessoas que vão de "casos"em "casos" dizem que ele (ou ela) possuem "um coração de alcachofra" espalhando folhas à torto e à direita. Este vegetal é comido com os dedos, vagarosamente; há algo de ritualístico no processo de despir a alcachofra, removendo suas folhas uma a uma para molhá-las num molho de azeite, limão, sal, e pimenta e compartilhá-las com seu amor.
FEIJÃO
Para os Teutônicos e Romanos o feijão era um estimulante e sua flor simbolizava prazer sexual. A sopa de feijão tinha uma tal reputação em ser erótica que, no século 17, os feijões foram banidos do Convento de São Jerônimo de modo a prevenir excitações inoportunas, porém desde que as freiras abandonaram o hábito, sua reputação se perdeu.
CEBOLA
Fundamental em todas as cozinhas, desde a mais erótica até a mais casta. Nativa da Ásia. Egípcios, Romanos, Gregos e Árabes todos consideravam-na afrodisíaca mesmo antes que os Europeus soubessem da sua existência. O Sheik Nefzawi afirma no “O JARDIM PERFUMADO, escrito no século 16, que Abu el Heiloukh depois de ter comido cebolas teve seu membro ereto por trinta dias ininterruptos.
VINHO DE AFRODITE
Ingredientes/Preparo:
1 litro de Vinho Branco
Mel.
Gelo picado.
Coloque o gelo picado em coqueteleira de metal, adicione o vinho e o mel. Agite vigorosamente.
Sirva em taças de vinho com mel na borda.
SUPER AFRO
Ingredientes
rum (5 cl)
licor de frutas silvestres (3 cl)
angostura (1 gota)
gelo
cerejas
casca de uma laranja cortada em caracol (twist)
Modo de Preparar
Coloque em um copo especial para o preparo de drinks, previamente gelado: o rum, seguido do licor de frutas silvestres e da angostura (ingrediente que vai garantir o paladar); chacoalhe por cerca de 3 a 4 vezes; despeje o conteúdo em uma taça de gelo; coloque o twist; enfeite com uma cereja.
MOLHO DE SALMÃO DEFUMADO
2 colheres de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de cebola
200gr de salmão defumado
meio litro de creme de leite fresco
sal e pimenta do reino
1 colher de sopa de pimenta verde
2 colheres de sopa de ovas de salmão
Modo de fazer:
Frite a cebola na manteiga tomando cuidado para não queimar.
Junte o salmão defumado e fatiado e misture bem.
Coloque o creme de leite (que pode ser substituído por molho branco) e, assim que ferver, diminua o fogo e deixe o molho engrossar naturalmente.
Acerte o sal e a pimenta e, no último momento, coloque a pimenta verde e as ovas.
Pode ser usado em massas, sobre filés de peixe, sobre arroz e em outros vários pratos.
OSTRAS FRITAS COM MOLHO
Ingredientes
24 ostras em suas meias conchas
2 colheres de sopa de manteiga
1 ½ colher de sopa de farinha de trigo
½ xícara de leite
1 colher de chá de molho de mostarda
sal e pimenta do reino a gosto
2 colheres de sopa de queijo parmesão
2 colheres de sopa de cebolinha picada
2 ovos, com claras separadas
Modo de Preparar
Escove e lave bem as ostras. Retire a água das ostras, coe e reserve. Bata um ovo com o leite. Passe as ostras no ovo e, em seguida na farinha de rosca. Frite-as em óleo bem quente. Em um prato ou travessa, espalhe as folhas de alface e distribua as ostras fritas por cima. Molho: Cozinhe dois ovos. Bata as gemas com óleo suficiente para obter uma maionese densa. Misture as alcaparras com a água das ostras. Junte esta mistura à maionese e sirva.
Rendimento para 4 pessoas.
Publicada por Ana à(s) quarta-feira, janeiro 31, 2007 1 comentários
Significado dos Sonhos no Sexo.
Você está transando e alguém aparece ou
o telefone toca.
Quando você sonhar que está sendo pega(o) em flagrante, significa que pode estar enfrentando alguma dificuldade sexual. A situaçãoé interrompida e você não consegue se satisfazer porque não coloca em prática o que realmente quer. Talvez, esta seja a hora de priorizar seus desejos e se livrar dos preconceitos.
Sexo com o(a) homem(mulher) ideal.
Esse sonho geralmente ocorre numa fase em que a sua auto-estima se fortalece, e sua autoconfiança cresce tanto na vida amorosa como na profissional. Não perca tempo e aproveite o momento!
Sexo forçado.
Isso não tem nada a ver com premonições! Muitas vezes reflete um desejo de ser livre em relação à sexualidade. Você pensa que não é responsável por esse tipo de sexo, não assumindo o próprio desejo. Uma outra interpretação para isso é que talvez você se sinta explorada injustamente por alguém, que pode ser um(a) amigo(a), o(a) chefe, um(a) colega de trabalho ou o(a) namorado(a). Ou seja, esse é um bom momento pra você rever esses relacionamentos.
Sexo em público.
Este sonho revela algum tipo de inibição, indicando que você quer assumir a sexualidade colocando pra fora todo o seu lado erótico. Só que teme em fazer isso, com medo de assumir os próprios desejos. Quem sabe não é a hora de virar o jogo?!
Na cama com o(a) ex.
Você deve estar repetindo parceiros(as) na vida real, mesmo sem perceber. Analise qual característica marcante esse(a) “ex” tem... Pode ser o sentimento que busca nas novas relações amorosas.
Sexo por dinheiro.
Em muitos casos isso ocorre se você aprendeu que há limites rígidos para o prazer. Para sair do convencional (se masturbando e fazendo sexo oral e anal, por exemplo) é preciso assumir o papel de alguém que represente uma relação proibida com o sexo. Mas não há mal algum em tocar o próprio corpo e se render às carícias Vale a pena relaxar... e curtir!
Na cama com um(a) ator(atriz).
Em primeiro lugar, identifique se você sonhou com o(a) ator(atriz) em si, ou com algum personagem que ele(a) interpreta. O ideal é investigar o que essa pessoa representa pra você. Essa sensação pode estar presente, de alguma forma no seu dia-a-dia, mesmo que não seja no sexo. Mas isso, apesar de comum, não é legal. Que tal voltar para a realidade? Com certeza há muita coisa boa acontecendo na sua vida que você não enxerga!.
Na cama com o(a) chefe.
Muitas vezes tem a ver com a figura de autoridade que ele(a) representa. A sensação é o que mais importa: se for ruim, pode ser que você esteja se sentindo coagida(a) no dia-a-dia, sendo numa situação amorosa ou não. Se for boa, talvez algo nele(a) traduza o que você espera de um companheiro. O ideal é investigar!
Sexo a três.
Nesse caso é preciso ficar atenta(o) às emoções. Se você se divertiu, pode ser hora de vencer inibições sexuais pra ser mais feliz na cama. Isso não quer dizer que você tenha de fazer sexo a três, mas sim tentar superar algumas dificuldades que a impedem de se realizar. Lembre que mudar o comportamento muitas vezes é difícil, mas pode ser altamente gratificante.
Sexo com alguém conhecido.
Primeiro você precisa se perguntar se o sonho foi bom ou ruim. Se você se viu fazendo sexo com um(a) amigo(a) e gostou, procure as qualidades que ele(a) simboliza pra você. Concentre-se, avalie e reflita. Pode estar aí a resposta para você se sentir de bem com a vida.
Com outra mulher .
Será que você tem desejos homossexuais? Os especialistas garantem que não necessariamente. Muitas vezes sonhos como este manifesta uma vontade sim, mas de se relacionar com alguém que a(o) compreenda.
Sem passar das preliminares.
É possível que você não consiga ir além na vida real, pelo menos não do jeito que gostaria. Muitas vezes esse sonho revela a dificuldade de lidar com sexo e a necessidade de buscar ajuda especializada.
Publicada por Ana à(s) quarta-feira, janeiro 31, 2007 0 comentários
sexta-feira, janeiro 26, 2007
Sexo
POR POR MARIA JOÃO LEHNING
Nada de sentimentos. Nada de compromissos. Se o objectivo da mulher é o orgasmo, basta despir a roupa, responder às carícias e deixar o corpo vibrar. Embora não seja um comportamento tipicamen- te feminino ter prazer pelo prazer, faz parte das fantasias de muitas mulheres.
Mas o mito do príncipe encantado não se destrói de um dia para o outro. “Um dia, encontrarás o grande amor”, dizem-nos. Com esta base, será difícil assumir os nossos desejos sem nos culpabilizarmos.
Carolina, uma médica de 30 anos, confessa as suas dificuldades: “Como não me apaixono de cinco em cinco minutos, e a abstinência não pode eternizar-se, tenho aventuras. Mas, em vez de as viver desprendidamente, preciso de acreditar que tenho relações verdadeiras. Invento sentimentos que não cor-respondem à realidade e acabo por sofrer, fazendo tudo para ser rejeitada. É estúpido, eu sei. Porém, não consigo evitar que isso aconteça.”
O seu psicólogo explicou-lhe que ela antecipa a sensação de culpabilidade, imaginando uma fantasia errónea, provavelmente alimentada pela sua educação. E se ela mente a si própria, é para poder viver uma parte da sua verdade. No fundo, ao assumir uma relação puramente sexual, Carolina põe em causa a imagem que tem si própria. Daí o seu mal-estar.
A maior parte das mulheres é mais sensível ao julgamento dos outros. Infelizmente, nesta sociedade, um homem que multiplica as conquistas é considerado um D. Juan, enquanto que uma mulher que faz o mesmo sujeita-se a insultos. Desprezo? Ciúme? Seja quais forem as razões, não é fácil ser alvo de más-línguas. Teresa, estudante, com 22 anos, queixa-se: “Muitas vezes, desejo ir para a cama com um colega, sabendo de antemão que não haverá continuidade ou nada de sério entre ambos. No entanto, na altura de passar à prática, recuo. Naquela faculdade, os rumores cor-rem depressa. Assim, o prazer de algumas horas seria assombrado por críticas e rótulos de mau gosto.”
O que nos distingue
Em termos de sexualidade, existem diferenças fundamentais entre o homem e a mulher.
• O homem tem uma sexualidade baseada na eficácia, indo direito ao ansiado fim
• A mulher mostra-se mais sensível ao ambiente e ao afecto
• Partindo deste princípio, defendido pelo psiquiatra François Poudat no seu livro Bien Vivre sa Sexualité, as mulheres terão menos tendência para multiplicar as conquistas, visto que o desejo nem sempre vem à baila
Aurélia Pires Messias, psiquiatra, diz que é possível que Teresa exagere as consequências dos seus actos e duvida que existam assim tantas críticas. Na sua opinião, o problema de Teresa deve centrar-se no medo de transgredir as regras da sua educação. “Provavelmente, é ela própria que cria barreiras, com medo de se lançar no atraente mundo do interdito.”
Uma diferença evidente entre o homem e a mulher situa-se a nível dos sentidos. Em relação ao homem é sobretudo visual, enquanto que a mulher funciona de uma maneira mais complexa: simultaneamente táctil, auditiva e olfactiva. Excitá-la é obra mais elaborada, sobretudo se ela revelar dificuldade em entregar-se por se sentir insegura nos sentimentos.
Sandra, de 22 anos, estudante de Sociologia, relata-nos as suas decepções: “A única vez que tentei uma relação puramente sexual, caí numa ejaculação precoce. Resulta-do: nenhum prazer e uma perda enorme de energia. Por isso, penso que as mulheres não estão programadas para aventuras sexuais, visto que não há garantia de prazer. Talvez lhe pareça radical, mas terei muita dificuldade em repetir outra proeza do género.”
Qualquer mulher pode reivindicar o sexo pelo sexo, mas todas correm o risco de se apaixonar por aquele com quem vão para a cama. E os homens, não correm? Claro que sim, visto que são mais propensos a confundir sexo com sentimentos. Então, onde está o problema? A psiquiatra Aurélia Dias Messias responde-nos que tudo depende das pessoas: “Algumas mudam de parceiro sexual com muita facilidade e têm dificuldade em se fixar afectivamente, enquanto outras procuram afeição e amor, julgando que apenas querem sexo.”
Antonieta, divorciada, com 33 anos, é um exemplo típico de quem confunde os dois objectivos: “Para me deitar com um homem, necessito de me sentir cúmplice e em harmonia intelectual. Assim, desde que tudo se passe bem na cama, todos os elementos se conjugam para me apaixonar, mesmo que a ideia inicial fosse outra. Escusado será dizer que as decepções são enormes, pois nem sempre eles estão na mesma onda.” Pelo seu lado, Eduarda, quadro superior numa multinacional, protege--se do afecto libertando o corpo: “Tenho um apetite sexual feroz. Se não o sacio, fico uma pilha de nervos durante dias. Necessito tanto de sexo como os homens. Mas atenção: escolho sempre um parceiro por quem não me possa apaixonar. Nada de confusões. Tento separar alhos e bugalhos.”
No seu livro Bien Vivre sa Sexualité, o psiquiatra François Poudat afirma que o mais importante é ser claro consigo próprio: definir antecipadamente as intenções e assumi-las plenamente. Mas qual é a solução para optimizar as oportunidades de ter prazer? Segundo o psiquiatra francês, “a partir do momento em que a mulher se deixa ir, o prazer vem atrás, desde que não lhe calhe um inábil”. E subli- nha a importância da confiança que permite a ambos serem testemu- nhas dessa grande intimidade que é o prazer.
Se o sexo é tão bom, porquê privar-se? A resposta parece óbvia: porque nem toda a gente está à vontade com a moral, o corpo e os seus sentimentos. François Poudat expõe o seu ponto de vista: “Para bem viver uma relação puramente sexual é preciso agir com intenções positivas e amantes, e não ter a impressão de se comprometer ou de se sujar. Além disso, há que agir por vontade intrínseca e não para entrar na norma, ou seja, para ser igual aos outros.”
Leonor, de 28 anos, técnica de informática, parece que encontrou a solução ideal: “Para evitar decepções e falsas relações amorosas, sem ter uma vida de monja, arranjei um fuck friend. Somos muito cúmplices, não nos queremos comprometer e damos prazer um ao outro quando precisamos.”
A psiquiatra Aurélia Dias Messias acha um bom compromisso: “Ter relações com alguém com quem haja um mínimo de cumplicidade, de afeição e de comunicação dá a tranquilidade necessária para esperar pelo grande amor. O perigo está em aguardar um ser idealizado que nunca chegará e de nada construir durante esse tempo.”
Na opinião de François Poudat, não existem situações perfeitas, mas centenas de compromissos. Cabe a cada um de nós encontrar aquele que nos convém.
Publicada por Ana à(s) sexta-feira, janeiro 26, 2007 0 comentários
Pudor (in Máxima)
Por júlia serrão
Há quem diga que existe uma grande falta de pudor. Expõe-se o corpo e a sexualidade em situações impensáveis, extravasam-se atitudes e comportamentos que mais valia continuassem no universo da intimidade de cada um. Mariana, de 38 anos, secretária numa empresa de seguros, é categórica sobre o assunto: “As pessoas falam e discutem publicamente as suas vidas como se discutissem um acontecimento social sem importância. Banalizam tudo, inclusivamente a sua sexualidade. Basta ver o sucesso que os reality shows do tipo Big Brother têm vindo a ganhar para perceber onde param os nossos valores…”
Maria Paula, de 60 anos, administrativa, também fala em pudor, ou melhor, na falta dele, referindo-se à forma como as pessoas vivem hoje os encontros de amor, muito mais sexualizados. Sobretudo a juventude. “Os jovens relacionam-se essencialmente através do corpo sexual, desvalorizando as emoções, e mudam de parceiros com alguma facilidade.”
Raquel, de 44 anos, enfermeira num hospital público de Lisboa, defende: “Não concordo que exista mais falta de pudor do que havia há 20 anos, o que há é maior liberdade. Por outro lado, as pessoas também estão mais soltas e isso reflecte-se no seu comportamento que, regra geral, é irreprimível.”
Mas o que é o pudor? Com rigor, podemos dizer que se trata de um sentimento complexo, difícil de definir, que incide sobre diferentes objectos, sendo um dos mais comuns a vergonha da nudez. A sua origem é remota, mas cada época privilegia um aspecto diferente do pudor. Jean-Claude Bologne, filólogo francês, no livro História do Pudor (Teorema), resume as duas definições mais comuns e significativas do conceito: “sentimento de vergonha, de incómodo que se tem ao fazer, enfrentar ou ser testemunha das coisas de natureza sexual; disposição permanente para esse sentimento” e “incómodo que se sente perante aquilo que a dignidade de uma pessoa parece proibir”.
O dicionário distingue-lhe igualmente dois sentidos, apresentando-nos um pudor corporal, sexual, e outro dos sentimentos. Enquanto isso, Martin Seligman, investigador da área da psicologia positiva, define-o como uma das 24 forças (de carácter) presentes nas seis virtudes humanas. No caso do pudor, este está ligado à temperança, cujo pecado correspondente é a gula.
Embora surja muitas vezes associado à timidez, é diferente desta. De acordo com especialistas da matéria, tem a ver com o escondido, com o não querer desvendar. A partir do momento que existe um desejo de revelar, o pudor desaparece. Já a timidez é uma inibição, está na ordem do bloqueio. “Tem a ver com o medo de falhar e ser julgado pelo outro. Passa pelo receio, pelo temor de enfrentar determinadas situações, eventualmente sociais. Este pode atingir tamanhas proporções que o indivíduo deixa de enfrentar os desafios que a vida lhe coloca”, observa a psicóloga clínica e terapeuta familiar, Catarina Rivero. “Já o pudor tem a ver com o corpo, com o sexual.”
Pode-se ser tímido sem se ser pudico, e o contrário também é verdade. Há pessoas que não têm problemas com a nudez do corpo, no entanto, não gostam de desnudar-se de sentimentos, de se revelar. Outras, pelo contrário, conseguem falar de si, até mesmo contar detalhes da sua vida íntima, mas têm muita dificuldade em mostrar uns centímetros do corpo.
De qualquer forma, do pudor, há quem diga que é como o medo: na medida certa, é estruturante. Resguarda-nos. “Em demasia, pelo contrário, pode ser prejudicial. Aliás, tal como a timidez”, afirma Marta Borges Pires, psicóloga clínica e terapeuta familiar. Porém, conforme assegura também, há sempre uma esperança: “Ambos podem ser trabalhados.”
Social, histórico, cultural e dinâmico, o pudor é um conceito subjectivo. Não há um único tipo ou espécie de pudor, há vários ao longo das épocas e até dentro do mesmo tempo histórico. “Quando, no século XVII, as viagens intercontinentais revelaram aos Europeus povos que obedeciam a um pudor diferente do seu, surgiu uma nova reflexão (sobre este sentimento)”, declara Jean-Claude Bologne.
A versão suave do nudismo
Fique a conhecer as formas mais comuns de apresentar o nudismo na arte.
l A folha de figueira é uma das mais antigas, aparece essencialmente na pintura e escultura
l Uma peça de roupa – por vezes, os braços ou as mãos –, aparentemente por acaso, a cobrir os genitais
l No cinema, filmando o indivíduo supostamente da cintura para cima ou, no caso das mulheres, dos ombros para cima
l Durante as filmagens, virando o corpo das personagens ou interpondo objectos ao mesmo. Na edição do filme, os genitais são ocultados
Cada tempo e sociedade cria os seus próprios “recatos” ou dá incidência a uns em detrimento de outros. Segundo Hans Peter Duerr, em Nudez e Pudor – o mito do processo civilizacional (Notícias Editorial), os indivíduos do final da Idade Média não só se “surpreendiam com os selvagens mais ou menos nus, como já antes se indignavam com os membros despidos ou meio despidos das seitas”. E assegura: “A partir desse dado, concluímos que não se pode falar de uma nudez pública sem quaisquer problemas naqueles tempos.”
Mais tarde, em 1822, dissertando sobre o tema do amor, Stendhal também se refere ao pudor. “Uma mulher de Madagáscar deixa ver sem pensar o que aqui mais se esconde, mas morreria de vergonha se tivesse de mostrar o braço”, escreve no livro Do Amor (Pergaminho). Segundo o autor do célebre tratado de paixões e ciúmes, três quartos do pudor “são coisa apreendida”. “É talvez a única lei, filha da civilização, que só produz felicidade.” Quanto à sua utilidade? “Ela é a mãe do amor, nada se lhe poderia recusar.” E os mecanismos deste sentimento? “A alma ocupa-se com a vergonha em vez de se ocupar a desejar; sufocam-se os desejos e os desejos conduzem às acções.”
As diferenças de perspectiva e formas de interiorizar este sentimento não são coisas do passado. Por causa de sentimentos de pudor, nós tapamos algumas partes do corpo, e essa prática tornou-se norma social. Os indígenas de alguns clãs destapam-nas e não é por falta dele. Em algumas tribos do outro lado do Mundo, mulheres e homens andam praticamente nus. Sem culpa nem pecado… nem pudor! E, para fazerem o “apelo sexual”, conforme explica Catarina Rivero, agem precisamente ao contrário de nós, ocidentais: vestem--se. “Por exemplo, algumas mulheres tapam os seios.”
O sentido de pudor vai evoluindo e adaptando-se. A psicóloga lembra que, em Portugal, por exemplo, se há 60 anos uma mulher viesse para a rua de mini-saia, como hoje, “isso seria considerado impúdico, pois o seu gesto ressaltaria o aspecto sexual”. Neste caso, “podemos verificar uma relação entre moda e pudor: a primeira faz evoluir o conceito da segunda”. Contudo, lembra, “nesta mesma altura, nas herdades agrícolas, as mulheres subiam as saias para melhor trabalhar e não eram avaliadas no mesmo sentido”. Posto isto, podemos concluir que, afinal, o pudor também está condicionado pelo lugar.
Assunto controverso
l Difere da humildade, da modéstia e da vergonha. A distância entre estes conceitos e o pudor é mais fácil de estabelecer quando se trata do corpo, mas muito mais difícil quando está em jogo o dos sentimentos
l Em alternativa, alguns preferem chamar-lhe “vergonha corporal”
l Em excesso, é chamado puritanismo
l O impudor levado a extremos converte-se em exibicionismo
l É condicionado pela cultura mas também pelo lugar ou ocasião
l Algumas religiões e culturas expressam pudor através do uso de vestuário que lhes cobre todo o corpo, com excepção das mãos e do rosto
l Em alguns países, as expressões de pudor são voluntárias, noutros são forçadas sob pena de morte
Por outro lado, como conciliar perspectivas diferentes deste mesmo sentimento num espaço multirracial, como é o nosso? Um dos casos que melhor ilustra esta realidade aconteceu em Março do ano passado, numa escola secundária de Luton, Bedfordshire, no Reino Unido, onde uma jovem muçulmana de 17 anos foi convidada a trocar o seu vestuário tradicional, o jilbab, pelo uniforme aprovado pela instituição que, por sinal, se “orgulha de servir alunos de diferentes credos”. Shabina Begum não acatou a sugestão e a família seguiu com o assunto para tribunal que acabou por lhe dar razão, concluindo que a escola tinha infringido os direitos (humanos) da jovem. A história – relatada pelo jornal britânico The Guardian, do passado dia 8 de Fevereiro – teria terminado aí, não fosse a instituição recorrer da sentença para a instância superior, o equivalente ao nosso Tribunal Supremo. As alegações da defesa da jovem aluna são irredutíveis: as vestes sugeridas não tapam suficientemente o corpo de Shabina, pelo que ela não se sente bem com elas nem a sua religião lhe permite optar por outro traje que não seja o tradicional.
Em muitos lugares, o que ontem era considerado um acto impúdico hoje já não é. Mas, como também tivemos possibilidade de constatar, continuam a existir lugares, espaços de acção, que sugerem algum recatamento na forma como nos apresentamos. Ou, pelo menos, o bom senso assim parece aconselhar.
No seu livro, Jean-Claude Bologne escreve que “na praia ou na avenida, o fato de banho não tem o mesmo significado”, e lembra que o “pudor individual” – o que cada indivíduo tem em mostrar-se, ver-se nu ou com roupa mais ousada – reforça-se com um “pudor social que define, em função da época e do lugar, os limites tolerados à exibição”. E acrescenta: “A moral vestida de grego ou de latim, conhece também a distinção entre ethos (regras de conduta individuais) e habitus (regras de vida social)…” Aliás, para este especialista, o pudor não se apresenta só “como perpétuo combate” entre “indivíduo e sociedade”, mas também “entre instinto e razão, entre consciência e inconsciência”.
Quando se trata de pudor, a fronteira entre o individual e o social é muito subtil. Socialmente, é-nos permitido o uso da roupa curta, decotes, transparências e o melhor que a moda pode criar, salvo em alguns meios. Recentemente, pais e educadores dos alunos de uma escola francesa constataram que era impúdico o uso de calças de cintura descaída que deixavam ver os slips, sendo os jovens proibidos de usar esta indumentária dentro da instituição. Sensivelmente pela mesma altura, o bispo de Leiria/Fátima, D. Serafim Ferreira da Silva, agradecia a presença e a fé por todos manifestada, mas criticava os que se tinham apresentado, no recinto do lugar das aparições, com os corpos “mais descobertos do que o desejável”. “O Santuário não é uma
praia nem uma esplanada”, alertava. A diferença entre os dois casos é que este último trata de um pudor específico: o sagrado, que, conforme a definição, proíbe em igrejas e outros recintos sacros o que é permitido fora deles.
Tipologia do pudor
Não existe um único, mas variadíssimos.
l O individual: diz respeito ao que cada individuo interioriza, de acordo com o seu carácter. Prevalece no século XIX
l O social: tem a ver com os limites tolerados em função do lugar e do estrato social. A sua expressão ganha fôlego na França do século XVII
l O cristão: ligado à consciência do pecado original
l O sagrado: proibia a entrada dos indivíduos num templo sem se estar purificado. É predominante na Grécia Antiga, reaparecendo por momentos nos anais da cristandade ocidental, principalmente nos finais do século XVII
l O religioso: ergue-se contra a nudez pagã, inscrevendo-se num quadro bem mais vasto que é a luta contra o paganismo
l O sexuado: constitui a parte mais constante da herança helenística. O homem nu não choca, a mulher nua é escandalosa, pelo que são raras as estátuas de mulheres nuas, por exemplo
Seja o que for para cada indivíduo e sociedade, é transmitido desde muito cedo, à semelhança de outros valores fundamentais. Segundo Marta Borges Pires, “as crianças vão interiorizando a concepção de pudor vigente no seu tempo e na sociedade onde nascem e vivem através do processo de socialização, à medida que adquirem todos os padrões de pensamento e comportamento característicos dessa colectividade”. Provavelmente, esta aprendizagem permite--nos também ter uma noção das regras de pudor adequadas aos lugares e a respeitar a vergonha dos outros.
“Em termos individuais, adaptamo-nos ao pudor dos outros”, diz Catarina Rivero. “Se formos para determinado evento numa aldeia, onde sabemos que, à partida, vamos encontrar pessoas mais conservadoras, se calhar vamos ter mais atenção ao que vamos levar vestido.”
“O bem-estar individual não é linear. O indivíduo é um ser social, está inserido numa sociedade e precisa sentir-se integrado plenamente. Isto é, aceite pelos outros. Posto isto, tem de encontrar o equilíbrio entre ele e os outros, entre o individual e o social, não se focando apenas no seu bem-estar. Então, o pudor é um sentimento estruturante”, observa Marta Borges Pires.
O pudor
segundo Isabel Leal, psicóloga
E agora que o pudor saiu de moda; agora que até a vergonha é embaraçante; agora que aqui para os nossos lados a moda implica que se mostre sempre uma qualquer parte do corpo, havendo já o risco, como diria a Cher, de se começar a ficar sem partes do corpo para mostrar; agora que as emoções se exibem fácil e legitimamente, acabando mesmo em formatos de espectáculo de grande consumo, diz-se o quê?
Dantes, num outro tempo em que o pudor era lei, dir-se-ia que havia, e devia haver, um véu de mistério, uma zona, tão invisível como sensível, de distanciamento em todas as formas de interacção: públicas, privadas e íntimas. Dir-se-ia que o pudor servia como esboço de uma hesitação, de uma atitude de contenção, tanto na dádiva como na aceitação. Dir-se-ia que se tratava de uma encenação, de um ritual cheio de minudências e detalhes, destinado a acentuar ainda mais as diferenças de género.
Às mulheres cabia o controlo do desejo, a inibição de quaisquer sinais de índole sexual, no pressuposto de que ao feminino ficava bem ser objecto de desejo e não sujeito desejante. Por entre folhos e rendas, cheiros leves de alfazema e pestanejares tímidos, sugeria-se virginais fantasias sempre cheias de recato e decoro. Tudo se fazia na tentativa de impedir que as mulheres pudessem resultar assustadoras e ameaçadoras de qualquer virilidade mal estabelecida.
Aos homens tocava o controlo das emoções. Não só não podiam chorar nem mostrar-se frágeis ou queixosos como deviam dar permanente testemunho de um conjunto de características que definiam a masculinidade. Tinham de ser corajosos, protectores, resistentes a qualquer tipo de dor e sofrimento, seguros e decididos. Para terem lugar entre os seus pares, para ascenderem ao mais alto grau estatutário que lhes era possível, os homens deviam, em todas as circunstâncias, mostrar disciplina e serem capazes de manter em controlo o que sentiam.
Porque os tempos, as vontades e as mentalidades se alteram, porque mesmo que nada se perca, tudo se transforma, temos hoje, desse pudor antigo, visões caricaturais. Chega-nos o mofo antes do sentido e parece-nos obsoleto ou meramente literário o recurso a termos que invocam valores que temos dificuldade em reconhecer. Ainda assim, tenho para mim que como resquício dessa elegia da contenção que os nossos avós fizeram tão bem, chegou-nos um bem mais modesto gosto pelo equilíbrio e pela elegância de ser e estar.
Os herdeiros possíveis que perseguimos com igual denodo de um velho conceito de pudor.
Assim, há ou não falta de pudor nos nossos dias? E, a haver, qual a sua natureza? Consciente da subjectividade deste conceito que inspirou todo o tipo de arte, da pintura à escultura, passando pela literatura, Marta Borges Pires defende que a falta de pudor, hoje, poderá colocar-se ao nível da banalização do corpo, “no sentido em que as relações poderão tender a ser mais sexuais e menos emocionais”. Mas também pensa que esta forma de viver a relação com o outro tende a esgotar-se. “Aliás, penso que já nos encontramos num momento de transição, que tende a valorizar o indivíduo como um todo.”
Catarina Rivero partilha a mesma opinião e adverte que o problema não está na componente sexual da relação, a não ser quando esta é exclusiva. Ou seja, despojada dos sentimentos de afecto. “Embora seja muito importante vivermos bem com a nossa sexualidade, não nos devemos esquecer de que somos mais do que o nosso corpo. Se, por um lado, é de fundamental importância relacionarmo-nos com o outro, por outro, é essencial saber viver a nossa intimidade.” Neste contexto, a terapeuta familiar defende que corremos o risco de ser impúdicos quando nos destituímos da alma, colocando a tónica exclusivamente no corpo físico, no seu aspecto sexual. E aconselha: “Há que encontrar o equilíbrio entre a intimidade pessoal e a abertura social.”
Mas os pensadores do nosso tempo são objectivos: os pudores do século XX, de que somos herdeiros directos, estão mais na ordem dos sentimentos. “É indecente (...) falar de si próprio, fazer perguntas indiscretas e falar de dinheiro”, conforme se pode ler em História do Pudor. Segundo o autor do livro, Monsenhor Lustiger afirmava a este respeito que “nos escondemos para fazer o sinal da cruz, que antigamente se multiplicava à vontade”.
“São estes os pudores do nosso século, vergonha do que hoje se considera fraqueza”, observa Jean-Claude Bologne. “Pressente-se aí o laço que une o pudor corporal e pudor dos sentimentos. É errado tentar distinguir neste vínculo um pudor exterior e outro interior. A vergonha da nudez nasceu numa época em que mostrar-se nu era sinal de fraqueza (Idade Média) ou de ridículo (século XIX). Hoje, a moda quer que a literatura, as artes, a publicidade se libertem do pudor corporal: por isso, ele desapareceu do domínio artístico enquanto na vida quotidiana continua a usar-se bastante.”
De qualquer forma, o pudor masculino é diferente do feminino. O do sentimento – chorar, lamentar-se, orar e corar, por exemplo – foi sempre considerado domínio do homem. A mulher privilegia o corporal. A noção de pudor feminino está muito ligada à nudez, às coisas do corpo e do sexo.
A diferenciação dos pudores por sexo é antiga e prevalece nos nossos dias, embora as fronteiras entre uns e outros não sejam tão rígidas e estanques como outrora. Num tempo em que se cultiva o êxito e o sucesso, e se recusa todo o tipo de fragilidades, o pudor dos sentimentos ganha novo fôlego sem distinção por sexos. Espera-se, por isso, que os indivíduos – homens e mulheres – não exteriorizem preocupações, angústias, carências e outras emoções semelhantes. Por outro lado, curiosamente, vai sendo permitido a um homem chorar, sem que uma avaliação pública tão severa e negativa caia sobre si.
“A ideia de que um homem não chora tem muito a ver com o estatuto masculino, daquilo que são os papéis de género. Mas, de facto, isso está a mudar”, comenta Catarina Rivero, sublinhando que, de qualquer forma, é mais fácil um homem chorar na frente de uma mulher do que de um homem – “neste caso até pode tirar vantagens”, graceja. No final, há sempre que levar em conta o lugar onde a situação ocorre. Onde se revelam as emoções. “O indivíduo que chore em determinado meio social corre o risco de ser alvo de troça, independentemente de tratar--se de homem ou mulher.” Marta Borges Pires partilha a mesma opinião, defendendo, por isso, aquilo que chama “o equilíbrio entre a intimidade pessoal e a abertura social, também no terreno dos sentimentos”.
A história do pudor cumpre-se assim através dos tempos, estando presente em todos eles. Cada sociedade e tempo histórico valoriza uns em detrimento dos outros, e cria os seus. Do pudor, talvez possamos dizer que, quando bem calibrado, pode ser a virtude que zela pela nossa intimidade plena. E, neste sentido, parece valer a pena cultivar pudor.
Publicada por Ana à(s) sexta-feira, janeiro 26, 2007 0 comentários
quinta-feira, janeiro 25, 2007
Dados estatísticos
90% das que nunca experimentaram sexo bizarro gostariam de o fazer
70% já experimentou alguma forma de sexo bizarro2 em cada 3 mostram interesse por práticas leves de bondage2 em 4 revela interesse por exibicionismo1 em cada 5 está interessada em usar brinquedos eróticos durante o sexo
19% Consideraria a gravação de imagens durante o acto sexual
1 em cada 3 consideraria representar uma personagem
68% das que experimentaram sexo bizarro continuam a praticá-lo
93% das mulheres que deixaram filmar a relação sexual dizem ter melhorado as suas vidas sexuais
89% das que nunca experimentaram acreditam que se o fizerem poderão melhorar as suas vidas sexuais.
O que os homens nos disseram sobre sexo fora das normas:
7% - Como se tratou de uma única experiência acabou por ser divertido
67% - Foi uma experiência muito erótica e de certa forma continuamos a fazer
21% - É algo que deve ser guardado para ocasiões especiais
3% - Não passou de um disparate
2% - Foi incómodo e desagradável
O que pensam as mulheresse o namorado ou marido sugerisse experimentar sexo bizarro?
70% - Dentro dos limites, estaria disponível para importância à pergunta e faria todos os possíveis para o demover dessa ideia
Publicada por Ana à(s) quinta-feira, janeiro 25, 2007 0 comentários
Fantasias sexuais "por Sabrina"
Nas mulheres, a mais presente é a de ser forçada a ter relações sexuais, de preferência com vários homens ao mesmo tempo.
Nos homens é a de fazer sexo com duas mulheres.
Para a mulher, ser forçada representa a resolução de um conflito resultado de uma educação que exige dela que seja bonita e ao mesmo tempo diga não ao sexo.
Não pode ser responsabilizada pelos seus actos. Outra possibilidade é a de, desta forma, se sentir tão irresistível que os homens não se conseguem controlar.
Outra fantasia para a mulher é a de se imaginar tendo um papel activo, em que desde o início dirige o acto sexual.
O homem, por sua vez, gosta de estar com duas mulheres na cama.
Fica excitado apenas por assistir à cena das duas. Só depois entra em acção, provavelmente a pensar que elas precisam dele.
Afinal, quem tem a pila é ele!!Algumas interpretações podem ser interessantes, mas fica uma dúvida.
Será que, até quando se trata de fantasias, é necessário uma explicação?
Publicada por Ana à(s) quinta-feira, janeiro 25, 2007 1 comentários
Let's "Swing" Again...
Tipos de swing
Conforme a interação entre os participantes o swing pode ser:
Sexo no mesmo ambiente com bissexualismo (masculino ou feminino)
Sexo no mesmo ambiente com troca de carícias, mas sem troca na penetração
Sexo no mesmo ambiente com troca na penetração
Sexo no mesmo ambiente sem contato entre os casais
Conforme a orientação sexual dos participantes o swing pode ser:
MFFM
swing entre mulheres bissexuais e homens heterossexuais
MFMF
swing entre mulheres e homens heterossexuais
FMMF
swing entre mulheres heterossexuais e homens bissexuais
MMFF
swing entre mulheres e homens bissexuais
Clube de swing
São locais destinados à prática de swing, com acesso restrito apenas a casais. Em algumas festas temáticas pode ser permitida a entrada de pessoas sozinhas, de um ou ambos os sexos, para fins de ménage. Os clubes podem ser exclusivos para casais swingers, ou terem outras atividades (boate erótica, por exemplo), reservando um dia da semana para eventos swingers. Alguns dos clubes permitem o acesso a pessoas sozinhas em alguns dias da semana ou em alguns casos em espaços separados dos casais.
A maioria dos clubes de swing é dividida em dois espaços: uma boate com música de diversos tipos (gravada ou ao vivo) e um "espaço íntimo", acessível por uma porta discreta.
A boate:
sua estrutura pouco difere de uma boate convencional. Os casais dançam, consomem bebida e petiscos como em qualquer boate. O diferencial está nas brincadeiras eróticas e na apresentação de stripteases masculinos e femininos. Às vezes, também ocorrem performances de casais strippers, ou com objetos eróticos.
Os strippers costumam interagir com a platéia, mas só o fazem se devidamente autorizados pelo casal ou pessoa abordada. No primeiro sinal de desinteresse, se afastam. A pista de dança pode ter queijinhos e mastro para facilitar danças eróticas. Em alguns locais, também há estrutura para sex shop, janela indiscreta, paredão e box transparente com chuveiro para performances com água.
O espaço íntimo:
varia conforme a casa de swing, embora camão e darkroom sejam tradicionais. A seguir, uma breve descrição do que é possível encontrar na área íntima de uma casa de swing:
camão ou tatame:
cama enorme na qual vários casais praticam sexo simultaneamente. Ao seu redor, é comum a presença de vários casais assistindo e estimulando os demais participantes
darkroom ou jogo do quarto escuro (pt):
ambientes sem iluminação, completamente escuro, com poltronas ou sofás nos quais os casais trocam carícias ou mesmo relacionam-se sexualmente. O estímulo desejado é mais auditivo que visual, e permite grande privacidade
aquário:
quartos com paredes de vidro nos quais os casais se relacionam a portas fechadas enquanto do lado de fora outros assistem
confessionário:
salas com camas ou poltronas individuais, separadas do ambiente externo por treliça. Permitem a quem está de fora assistir a relação sexual
labirinto:
sala com pouca iluminação, estruturada na forma de labirinto, cujo objetivo é encontrar a saída. No trajeto, os casais trocam carícias e encontram pequenas surpresas, como confessionários, espalhados pelo ambiente.
cadeira erótica:
cadeira especialmente projetada para facilitar grande número de posições sexuais
Filmes
1999 - De olhos bem fechados (Eyes Wide Shut)
1990 - Henry e June (Henry & June)
1979 - Calígula (Caligula)
Publicada por Ana à(s) quinta-feira, janeiro 25, 2007 1 comentários
Antes eu "gozava"..mas ele é maravilhoso
o começo
Estou começando hoje o meu blog , nele vou contar sobre meu cotidiano mas principalmente
vou falar coisas que acontecem comigo que as pessoas do meu convivio não podem saber .
Tenho uma vida aparentemente normal , pelo menos parece normal .
Sou casada , meu marido é um amorzinho de pessoa , mas eu não consigo sentir prazer com ele na cama , ás vezes eu até consigo , mas na maioria das vezes eu finjo . Sei que vces devem pensar porque não me separo , e eu vou contar , simplesmente porque eu amo ele , e não tenho problema com minha sexualidade , porque tive namorados antes dele e gozava sempre . Mas como posso dizer isto á ele , não tenho coragem , ele é um homem maravilhoso , carinhoso , do tipo que faz de tdo por sua mulher sabe ? Como chegar para este homem e dizer que ele não me satisfaz na cama , como pode meu Deus , o beijo dele é ótimo , mas nos finalmente , aff .
Se eu disser que nunca sinto prazer é mentira porque ás vezes eu sinto sim , mas de dez relações que temos eu consigo gozar em uma . E olha que ele me procura todos os dias para transarmos , está sempre disposto .
Então como explicar ? eu sou a prova viva de que amor e prazer são sentimentos completamente diferentes , não só para os homens como eu achava .
Publicada por Ana à(s) quinta-feira, janeiro 25, 2007 1 comentários




